Depois de tomar um tunda do eleitor na eleição para a Câmara Federal, PTB e Patriota querem juntar os trapinhos. O PTB, do famigerado Roberto Jefferson e Padre Kelvin, Kelton, Kelmon, elegeu apenas um deputado federal. O Patriota elegeu 4. Ambos foram atropelados pela cláusula de barreira.
Mas não foram eles apenas. Das 32 siglas atuais, apenas 13 conseguiram preencher os requisitos para permanecer atuando de forma plena.
A cláusula de barreira foi adotada pela primeira vez no Brasil em 2018, com previsão legal de aumentar os requisitos a cada eleição. Em 2022, para atingir o desempenho necessário, cada partido teve de atender a uma de duas alternativas: uma é atingir 2% dos votos válidos para deputado federal, distribuídos em ao menos nove estados, com ao menos 1% de votos válidos em cada estado. Outra alternativa é eleger ao menos 11 deputados federais, distribuídos em ao menos nove estados.
A proposta de fusão entre o PTB e o Patriota anunciada hoje, tem a expectativa de que, juntas, as siglas consigam superar a cláusula pelo critério alternativo de 2% dos votos válidos, com um mínimo de 1% em nove estados.
O novo partido vai se chamar Mais Brasil e terá o número 25, informa o presidente do Patriota do Paraná, Nivaldo Ramos. Será manterá a linha conservadora.
Nos próximos dias serão definidos os diretórios estaduais e municipais.















1 comentário
Tá louco?
Esse Nivaldo foi trabalhador de Homero Barbosa Neto e pago por Wilson Picler, o suplente de Barbosinha em 2009, sócio minoritário da Uninter e ufólogo amador.
O tal Nivaldo Ramos “Rocha Loures”, de União da Vitória, na presidência do Patriota Paraná disputou o cargo dos ex pagadores e fez ABSOLUTOS 1.918 votos para Deputado Federal.
Uma sapiência em pessoa e deveria vender laranjinha na BR 369 no trevo da PUC ou locutor da rádio Brasil Sul do seu ‘querido mas não muito’ Barbosete.