E para a UEL FM, nada?

Está desde 9 de maio sem transmitir a programação que faz a cabeça da região pela 107,9 MHz. Mas precisa comprar os equipamentos que foram destruídos por um raio naquele dia. A UEL não conseguiu sensibilizar-se sobre este gasto emergencial (em torno de R$ 50 mil) e nem o governo estadual garantiu a verba extra para comprar os equipamentos.
O que vemos é um pedido de ‘financiamento coletivo’ – ou uma sacolinha virtual – para ver se a tiramos do atoleiro: os 19 vereadores, três deputados estaduais (Cobra, Amaral e Turini) e 3 federais (Belinati, Canziani e Hauly), além dos três senadores (Dias, Hoffmann e Requião), poderiam contribuir com a iniciativa, bem como o governador Beto Richa e o secretário João Gomes (Ensino Superior). Coloquem a mão no bolso e a consciência para determinar o valor doado.

10 thoughts on “E para a UEL FM, nada?

  • 20/06/2016, 12:51 em 12:51
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    Se a UEL economizar em diárias e passagens aéreas e no restaurantes dos seus convidados ela consegue 50 mil.

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  • 20/06/2016, 16:57 em 16:57
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    Fazer vaquinha com autoridades não vai resolver, é paliativo. É preciso que a direção da Universidade e do governo tomem providências e façam mais este pequeno sacrifício em seus caixas. A situação mostra tb que o departamento ao qual a Rádio UEL está vinculada não tem força política e vive mendigando favores. Mostra tb que os jornalistas lotados ali tb não tem força. Aliás, jornalista nenhum tem força, nem ao diploma tem direito…

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  • 20/06/2016, 19:35 em 19:35
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    Descaso com patrimônio público, simples assim. Cadê a apólice de seguro do Ouro Verde? Um mísero sistema de prevenção de descargas elétricas na UEL FM? Falta gestão e menos pires na mão….

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  • 21/06/2016, 10:39 em 10:39
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    Onde está a gestão? A UEL não tem seguro? Esses estragos não seriam cobertos pela Copel?

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  • 21/06/2016, 12:49 em 12:49
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    Nessa rádio só tem PT.

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  • 21/06/2016, 15:24 em 15:24
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    Uma universidade que não se prepara adequadamente como bem lembrado o SEGURO do Cine Teatro Ouro Verde, ou mesmo um pequeno SISTEMA de controle de descargas elétricas – FAMOSO PÁRA RAIO.
    Para que servem os cursos de ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS, ENGENHARIA ELÉTRICA e SECRETARIADO EXECUTIVO da UEL?
    Viram que pedem até um computador para fazer um aplicativo para se ouvir a rádio UEL FM nos celulares?
    Para que serve o curso de Ciência da Computação?
    Não tem ninguém que faz isso como PROJETO DE EXTENSÃO para alunos de graduação?

    Imagina a TV UEL… Imagina…

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  • 21/06/2016, 15:28 em 15:28
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    Olha o que falam dela –

    https://pretextouel.wordpress.com/2016/05/24/radio-uel-fm-fora-do-ar/

    https://pretextouel.wordpress.com/2016/06/03/uel-fm-completa-24-dias-fora-do-ar/
    De acordo com o diretor da rádio e professor do Departamento de Comunicação, Osmani Costa, esse é o segundo incidente com raios neste ano e o sétimo desde o ano passado.

    O CECA fica no ponto mais alto do campus, o que potencializa o recebimento das descargas elétricas. Além disso, o sistema de aterramento de para-raios está fora dos padrões elétricos de logística. De acordo com Costa, os equipamentos queimaram todas as vezes pelo mesmo motivo: a proximidade dos fios que dissipam a energia dos raios na terra com os cabos de transmissão da rádio. O último incidente provocou a queima do processador de som, um equipamento responsável por decodificar o som e leva-lo até a antena de propagação, ou seja, imprescindível para a transmissão da rádio.

    “Nós estamos com uma deficiência aqui já faz dois anos no sistema de dissipação e aterramento dos para-raios. A energia desce pelo cabo do para-raios, vai para a terra para se dissipar, mas está muito perto do nosso cabo. Essa energia entra no nosso cabo que também conduz energia elétrica e chega até a mesa, queimando o equipamento e o nosso transmissor”, relata o professor e diretor da rádio.

    A soma total dos gastos com todos os materiais de manutenção, equipamentos e peças é de 53 mil reais e a compra já foi aprovada pelo Gabinete da Reitoria e pelo Conselho de Administração. A rádio aguarda a finalização dos processos individuais de cada equipamento e o todo procedimento burocrático de tomada de preços, compra, pagamento, recebimento, entrada de materiais como patrimônio da universidade e instalação. O prazo estimado para a emissora voltar ao ar é de três semanas.

    De acordo com Costa, o Gabinete da Reitoria e o Conselho de Administração também exigiram da Prefeitura do Campus um novo planejamento de aterramento, substituição de cabos, hastes e um novo projeto elétrico, para acabar com os problemas dos para-raios. O diretor da UEL FM ouviu da PCU que as reformas têm sido feitas dentro das possibilidades técnicas e financeiras, já que a liberação da verba para a compra de materiais foi cedida em um momento financeiramente delicado da universidade, diante da crise do repasse da verba de manutenção pelo governo do Paraná.

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  • 21/06/2016, 17:13 em 17:13
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    Apenas planejamento. Com seguro e equipamentos adequados. Mas, colocar para administrar quem não sabe dá nisso. Engraçado que não acontecia com outros reitores ou melhores gestores no passado.Não tem planejamento e quer autonomia.

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  • 22/06/2016, 11:14 em 11:14
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    Senhor Osmani Costa, muto bonitinha a sua resposta, bem padrão: quebrou, é só pedir dinheiro pra arrumar.

    Seja esperto, faça algo inovador, fuja do petismo e do esquerdismo que só pedem esmolas e não pensam para a frente. Por que o curso de Engenharia da UEL não corre atrás pra arrumar? Por que o pessoal da rádio não procura a integração de cursos oferecidos pela instituição pra resolver o problema em conjunto? E o curso de computação?

    Outra coisa: a UEL é pública e os próprios públicos precisam ter seguro, inclusive nestes problemas da Rádio da UEL. Cadê o Seguro?

    A UEL é coirmã da Copel… a Copel não pode ajudar a resolver este problema sem custo?

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