Maringá e seus factóides: Trem Pé Vermellho dançou?

Do Angelo Rigon

Depois do estacionamento subterrâneo, da fábrica de meias, da fábrica de aviões, da fábrica de helicópteros, do Centro Cívico etc, nada mais surpreende por aqui. A turma é especialista.

3 comentários em “Maringá e seus factóides: Trem Pé Vermellho dançou?

  • 11/01/2017, 14:28 em 14:28
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    Este e um dos mentores do prefeito local mentiroso como sempre e isto e contagiante

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  • 11/01/2017, 14:29 em 14:29
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    Trem Pé Vermelho não dançou, pois o baile nem ainda tinha sido começado. Este projeto é mais imbecil de que todas as imbecilidades de que já ouvi e presenciei na minha vida. É um projeto megalomaníaco de meio dúzia de iluminados que povoam entre Londrina e Maringá.

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  • 12/01/2017, 10:53 em 10:53
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    E lá vem um urbanista de Maringá fazer o plano diretor de Londrina, ao lado de um ex prefeito de Ibiporã.
    Para que servem as faculdades de Arquitetura e Urbanismo de Londrina mesmo?

    http://angelorigon.com.br/2017/01/12/maringaense-no-ippul/

    O arquiteto José Vicente Alves do Socorro, ex-diretor de Planejamento da Secretaria de Planejamento e Urbanismo de Maringá, depois de passar os últimos 12 anos na administração municipal, deve se tornar diretor de Planejamento Urbano do Ippul – Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Londrina.

    O blog soube que sua missão será revisar no Plano Diretor de Londrina. Ele foi indicado para a administração Marcelo Belinati pelo Sindicato da Construção Civil (Sinduscon).
    Depois de ser demitido por se recusar a assinar documentos suspeitos na Seplan, Socorro chegou a ganhar torcida para ficar na atual administração, mas o lobby não virou.
    Em 2009 o maringaense Jurandir Guatassara Boeira chegou a ser anunciado presidente do Ippul, na gestão Nedson Micheletti, mas desistiu em cima da hora.

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