Professores protestam em Curitiba contra os colégios civico-militares

do Contraponto
Os professores, estudantes e servidores da rede estadual de ensino desocuparam o prédio da Secretaria da Educação e Esporte (Seed). Eles entraram no edifício na manhã desta sexta-feira (30) em protesto contra a implantação de 216 colégios cívico-militares no Paraná e contra o teste seletivo para escolha de professores temporários para 2021.
Durante a permanência na Seed, os ocupantes conversaram com o diretor-geral da pasta, Gláucio Dias, a quem apresentaram as suas reivindicações.

Antes de desocupar o prédio, os professores e servidores marcaram manifestação para quarta-feira (4) na frente do Palácio Iguaçu. Eles querem conversar com o governador Ratinho Junior sobre os dois temas.

2 thoughts on “Professores protestam em Curitiba contra os colégios civico-militares

  • 31/10/2020, 09:53 em 09:53
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    É realmente um absurdo o governo estadual investir tanto dinheiro em um sistema de ensino fadado ao fracasso enquanto a maioria absoluta das escolas estaduais, em plena era digital, é movida principalmente a cuspe e giz. Parece que os gurus do governador são o falecido Cadeia e o Sikêra Júnior para quem a sociedade só funciona bem na base da porrada. E até duvido que haverá, por muito tempo, policiais militares dispostos a participar dessas escolas cívico-militares. Podem acreditar: escola meio militar, meio civil é certeza de dinheiro do contribuinte jogado fora!

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  • 02/11/2020, 21:49 em 21:49
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    Transformar escolas civis em militares não passa de uma ideia absurda criada por gente que pouco ou nada entende de educação. Se há um grupo de alunos que deseja frequentar uma escola “cívico-militar” (nome infeliz esse aí), o estado deveria construir escolas para atender a esse perfil de estudante. E garantir condições iguais (financeiras e de recursos humanos) para escolas civis e militares. Essa ideia de deixar nas mãos da comunidade escolar a decisão de transformar escolas civis em militares sem uma profunda discussão e no meio de uma pandemia não deveria nunca ser decisão dos responsáveis pelo ensino público. Repito: se o governador bolsonarista quer agradar seus eleitores conservadores e militaristas, que construa novas escolas para esse “nicho da sociedade”.

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