Na 28ª fase da Operação Lava Jato, batizada de “Vitória de Pirro”, o ex-senador Gim Argello, do PTB, foi preso preventivamente pela Polícia Federal (PF). Ele foi citado em depoimentos do senador Delcídio do Amaral. A acusação seria de que ele e outros três políticos teriam cobrado propina de empreiteiros para que eles não fosse convocados para prestar depoimento na CPI da Petrobras no Senado e na CPI Mista da Petrobras (Câmara e Senado), em 2014. O nome de Argello apareceu no mesmo contexto que três pessoas que têm prerrogativa de foro: Vital do Rego, ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), e ex-senador; e os deputados Fernando Francischini (SD-PR) e Marco Maia (PT-RS). Argello foi preso sob determinação do juiz Sergio Moro.
Quase ministro, ex-senador Argello é preso em nova fase da Lava Jato
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2 comentários
Eleitora
Cuidado Natalia Falavina, esse é o partido que te enfiaram.
Sereno Chaise
ESSE PTB só encrenca.Já não bastava o PP.