Teatro Ouro Verde: governo torce o nariz para exigências da UEL

A contratação de servidores exclusivos para o Teatro Ouro Verde, anunciada pelo governador Beto Richa em sua reinauguração, em 30 de junho, esbarra na incompreensão da Secretaria de Fazenda a algumas funções relacionadas pela UEL na lista de 15 pessoas requisitadas: quatro músicos e um jornalista.

A UEL já tem uma orquestra sinfônica e uma assessoria de imprensa instalada no campus.

Com isso, cresce no Palácio Iguaçu a tendência de repassar ao Palco Paraná, organização da sociedade civil de interesse público que fornece profissionais para o Teatro Guaíra, a responsabilidade pela contratação dos servidores do Ouro Verde – que permaneceria sob a administração da UEL.

 

Um comentário em “Teatro Ouro Verde: governo torce o nariz para exigências da UEL

  • 09/08/2017, 17:55 em 17:55
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    Por que querem dar sempre o golpe de mestre.
    Na UEL é sempre assim?
    Foi com aqueles diplomas falsos para saltar de cargos.
    Foi com a professora que deu golpe em prestações de contas.
    Foi com o Teatro Ouro Verde.
    Juntou gente de outra área para colocar no Ouro Verde?
    Por que a UEL – se quer economizar – não faz contratos com suas empresas juniores de Comunicação Social e RP?
    Por que não estimula o empreendedorismo, a formação de empresas de eventos culturais e sociais?
    Musicais nem pensar?
    Sempre querem contratar um funcionário público.
    Chegou a nova lei trabalhista gente.
    Sejam criativos.

    Nada de golpe de mestre.

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