Vai começar a disputa: Já há candidata à vaga do vereador Gustavo Richa.

A suplente de vereador Adriana Aguilera (PHS), de Londrina, vai ingressar, nos próximos dias, com um pedido na Justiça Eleitoral. Ela quer a vaga do vereador Gustavo Richa, que elegeu-se pelo PHS, mas deixou o partido para ingressar no PSDB.

11 comentários em “Vai começar a disputa: Já há candidata à vaga do vereador Gustavo Richa.

  • 04/02/2016, 12:23 em 12:23
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    Coisa linda.

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  • 04/02/2016, 16:14 em 16:14
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    É com essas coisas que não me conformo. O cara se elege pela legenda e depois dá uma banana àqueles que o ajudaram. A vaga pertence ao partido, salvo melhor Juízo.

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  • 04/02/2016, 17:17 em 17:17
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    Isso mesmo Naym. O primeiro suplente da coligação é o Éder Pimenta.

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  • 04/02/2016, 19:26 em 19:26
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    Brasil!! Um país democrático de direito perdido em suas legislações. O vereador fez pouco mais de 3.700 votos essa fez pouco menos de 100 votos. Incoerência total ver que ela com representatividade quase 0 se comparado a votação do vereador assumir a vaga. Injusto a vaga ser do partido. Ora bolas a conquista foi do cara e não do partido!

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  • 04/02/2016, 19:33 em 19:33
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    O que o partido PHS fez por esse vereador nesses 3 anos de matado??!?! Qdo candidato me lembro bem o partido num ajudou em nada, salvo alguns membros amigos do partido, que por sinal o presidente na época tinha interesse pessoal nessa candidatura, fazer graça pro primo governador e garantir sua vaguinha num cargo comissionado. Agora vem me dizer que a o direto é do partido?!?

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  • 04/02/2016, 19:38 em 19:38
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    Esse menino Gustavo Richa trabalhou muito pra ser eleito, foi pras ruas pedir voto, me lembro dele trabalhando no sol quente, tarde da noite, de segunda a segunda, num foi pouco o batalhou. E essa tal de Adriana quem viu ela por aí pedindo voto, trabalhando pra ser eleita?!?!? Quem viu?!?! Faz me ri! Um país que luta justiça com tanta injustiça.

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  • 04/02/2016, 20:01 em 20:01
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    PSDB, PHS e PSB. Só ver o primeiro suplente, já que o Amauri Cardoso que era o primeiro assumiu com saída de Gerson Araújo determinado pelo TSE.

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  • 05/02/2016, 00:30 em 00:30
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    O vereador agiu CORRETAMENTE em saltar fora desse barco. PHS partido pequeno, fraco e inexpressivo, num fez para se fortalecer. Tem um movimento gigante e forte nas mãos dentro da igreja católica e não tem competência pra explorar esse segmento.

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  • 07/02/2016, 11:19 em 11:19
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    Não é uma questão de saltar fora. Tem que ver o diz a Lei. O vereador deve respeitar apenas. Só isso.

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  • 08/02/2016, 18:43 em 18:43
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    Como pode?
    Uma tal de Adriana,que foi rejeitada pela população ,fazendo apenas 83 votos(deve ser de seus parentes)ser vereadora???
    Se isto acontecer nunca mais voto em ninguém ,cada dia mais vejo quão nojento é tudo isto !

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  • 10/02/2016, 11:28 em 11:28
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    ” Vereadora que ganhou apenas o próprio voto na última eleição assume vaga na Câmara de Coronel Pilar – SC

    ‘Eu não esperava, mesmo sem querer acabei entrando’, diz Veridiana Bassotto Pasini

    Vereadora que ganhou apenas o próprio voto na última eleição assume vaga na Câmara de Coronel Pilar Câmara de Vereadores de Coronel SC

    Veridiana ficou na sétima suplência e tomou posse após licença médida do vereador titular

    Rodrigo Chernhak, especial

    [email protected]

    Uma candidata à Câmara de Vereadores que ganhou apenas o próprio voto durante as eleições municipais de 2012 tomou posse na última quarta-feira (03/09), em Coronel Pilar, município de 1,7 mil habitantes próximo a Bento Gonçalves e Garibaldi. Veridiana Bassotto Pasini, 39 anos, não foi votada sequer pelo marido. Filiada ao PTB, a secretária de dentista assume como sétima suplente da coligação entre o partido com o PP e o PMDB.

    Veridiana foi empossada porque o titular da coligação, Luciano Contini (PMDB), precisou se afastar por licença médica durante 60 dias. A suplente Iraci Moresco Zanatta assumiu por 30 dias, deixando lugar vago para outro. Como os seis suplentes seguintes da lista não assumiram por motivos diversos, o cargo caiu no colo da secretária. Ela ficará no cargo até o início de outubro.

    — Eu não esperava, mesmo sem querer acabei entrando. Concorri para preencher a cota de mulheres candidatas na coligação e optei por não fazer campanha — revela a mulher.

    Ainda que não tenha feito campanha, ela votou em si mesma no dia da eleição na seção eleitoral onde está cadastrada, na comunidade de São Bartolomeu. O voto único lhe garantiu uma vaga na Câmara. A coligação PP, PMDB e PTB elegeu cinco dos nove vereadores de Coronel Pilar.

    Natural de Desvio Machado, no interior de Farroupilha, Veridiana se mudou para Coronel Pilar ao casar com Luiz Carlos Pasini, em 2005. Atualmente, Pasini é presidente do PTB no município. Por quatro anos, no período de 2005 a 2008, a vereadora trabalhou no setor de compras e almoxarifado da prefeitura. Em 2009, quando o filho do casal nasceu, ela parou de trabalhar e voltou aos afazeres há um mês, como secretária em um consultório odontológico.

    — Isso é para transmitir o valor que um voto tem. Antes não tinha ideia de como era, mas agora que assumi penso um pouco diferente e vi que dá para fazer muito pelo município, mesmo que seja representando um voto — avalia a vereadora, que pretende apresentar um projeto na sessão ordinária marcada para a noite desta quarta-feira, embora não diga sobre o que se trata.

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