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Cláudio Osti

Deputado Filipe Barros diz que ainda não foi citado

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*DEPUTADO FILIPE BARROS | DECLARAÇÃO À IMPRENSA*

_Embora até o momento não tenha sido citado formalmente no inquérito em questão, esclareço que fui aos Estados Unidos em missão oficial da Câmara dos Deputados autorizada pela Presidência da Casa.

Reuni-me oficialmente com meus homólogos – presidente do Comitê de Relações Exteriores e presidente do Subcomitê de Inteligência da Câmara dos Representantes.

Aliás, tratou-se da primeira vez que o presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (Credn) da Câmara dos Deputados do Brasil foi recebido formalmente pelo Congresso Americano.

Vincular a missão oficial a sanções econômicas resultantes do alinhamento de Lula a autocracias do Eixo do Mal não passa de ficção para tentar destruir a reputação do meu trabalho no comando da Credn.


 

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4 comentários

  • Sandro Augusto dos Santos

    Gostaria de assistir o Deputado Federal sentado numa cadeira a frente do Alexandre de Moraes no STF e se ele teria toda a arrogância que tem em suas redes sociais ou se seria mais uma caricatura do seu mito de tornozeleira que até convidou o ministro para ser seu vice em 2026. Delírio total. Quem sabe o deputado londrinense também faça o mesmo o convide o Alexandre de Moraes, quando aposentar para ser seu assessor parlamentar, tendo em vista que um assessor do deputado foi envolvido com NF não muito bem explicada.

  • Há Lagoas

    Isso pode deixar Filipe inelegível para 2026.

  • Deu no The Economist

    A revista britânica “The Economist” afirma que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva perdeu influência no exterior e está cada vez mais impopular no Brasil. Aqui estão os principais pontos :
    – Perda de influência internacional: Lula se distanciou dos EUA e países ocidentais, aproximando-se de nações como China e Irã.
    – Posicionamento sobre a guerra entre Israel e Irã: O Brasil condenou os ataques dos EUA ao Irã, o que isolou o país das democracias ocidentais.
    – Relações com a China: Lula se encontrou com o presidente chinês Xi Jinping duas vezes no ano passado, mostrando preferência por estreitar laços com a Ásia.
    – Queda de popularidade: Pesquisa PoderData mostrou que o governo de Lula é desaprovado por 56% dos eleitores, um aumento de 17 pontos percentuais desde que ele assumiu.
    – Brincs comandado pela ex presidente cassada Dilma Russef
    – Desafios para a eleição de 2026: A revista afirma que, se a direita se unir em apoio a um candidato, ganhará a Presidência.

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