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quinta-feira, 29 de outubro de 2026
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Executivo embarcou em dois aeroportos com pistola de caça na mala de mão

Por Cláudio Osti

Da coluna Esplanada

Executivo embarcou em dois aeroportos com pistola de caça na mala de mão

Em tempos de alerta nacional e internacional, com potenciais terroristas presos no Brasil, um executivo do setor de comunicação fez teste involuntário de segurança de aeroportos nos dias 21 e 22 de julho em Minas Gerais.

Sem saber que havia esquecido na mala uma réplica de pistola 9 milímetros, ele passou sem ser parado no pórtico antimetal de revista dos embarques dos aeroportos de Confins, em Belo Horizonte, na quinta; e no de Montes Claros, na sexta, de volta à capital.

A pistola de pressão para caça, com componentes de metais, estava guardada num compartimento secreto da bagagem, que passou pelos scanners dos dois aeroportos. O objeto não foi detectado pelos funcionários da revista.

O empresário embarcou nos voos da Azul – nº 5080, BH-Montes Claros, dia 21 às 15h35; e voltou no voo 5029 da mesma companhia, que decolou às 6h40 do dia seguinte rumo à capital mineira. A pistola de pressão viajou o tempo todo como bagagem de mão, dentro das aeronaves, e o passageiro só se deu conta do objeto quando chegou em casa para retirar as roupas da mala.

Gostou? Mande para quem acompanha o assunto.

Cláudio Osti
Cláudio Osti

Jornalista e editor do Paçoca com Cebola. Cobre a política de Londrina e do Paraná.

Sobre o editor
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1 comentário

  • Daniel Martinon

    Poderia até ser verdadeira, pois armas não matam pessoas. Pessoas é que matam pessoas. O estatuto do desarmamento é uma falácia e só põe em risco a vida de quem é honesto e obedece as leis. Se fosse verdadeira, seria deixada no cofre do avião até o desembarque, sem nenhum problema.

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