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Cláudio Osti

A subserviência de Fahur e outros parlamentares ao homem de pele laranja

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A subserviência de Fahur e outros parlamentares ao homem de pele laranjaLondrina, cidade onde o deputado federal sargento Fahur nasceu e fez um punhado de votos, tem uma economia diversificada, e mantém uma forte parcela no agronegócio.

Maringá, onde Fahur fez carreira na Polícia Militar, também tem uma economia forte, diversificada e o agronegócio predomina.

Assim é em todo o norte do Paraná.

Depois de contextualizar isso, vamos lá. O presidente alaranjado americano Donald Trump, anunciou taxas contra o Brasil de 50%. O objetivo pouco falado é que a intenção é segurar o avanço dos Brics, países que se uniram para fortalecer seu comércio entre si, cujo Brasil é um de seus fundadores. E também, segundo ele, contra o julgamento do ex-presidente Bolsonaro acusado de comandar uma tentativa de golpe de estado.

Trump, com sua atitude, está prejudicando todos os brasileiros. Todos. Em especial aos que vivem do agronegócio, volto a dizer, base da economia norte paranaense.

O que faz sargento Fahur, do PSD do Paraná?

Ontem durante uma entrevista coletiva na Câmara Federal, ele segura uma bandeira com os dizeres “Trump, Make America Great Again” – Trump, torne a América Grande Novamente,  que tremulou por um tempo ao lado dos parlamentares de oposição. O episódio foi protagonizado por ele e pelo Delegado Caveira (PL-PA). Na mesa também estava o conhecido deputado londrinense Filipe Barros (PL)

A subserviência de Fahur e de outros parlamentares a um governo que só quer prejudicar o Brasil e a todos os brasileiros, chamou a atenção.

Ele foi eleito para defender os paranaenses e os demais brasileiros. No entanto prefere defender a bandeira e o presidente americano que deseja destruir a economia do Brasil.

 

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6 comentários

  • Pedro Parana

    Parabens….
    Só lembrando que o Parana exportador do Agro… é do norte,sul,leste e oeste do PR.
    Laranja, cafe e aço a participação é pequena, produtos que são exportados para os EUA (50% de tarifa) que vai afetar SP,MG,ES e RJ
    estados que produzem laranja,cafe e aço para exportação para os EUA.
    Mais na avicultura,suinocultura,soja e seus sub produtos… o PR quando não é o primeiro na exportação fica em segundo.
    Basta ver os numeros do porto de Paranagua.
    O PR exporta mais que importa.
    O deficit com EUA são com importação das multinacionais de produtos quimicos e de outros produtos que são industrializados no Brasil pelas empresas dos EUA.

  • Emílio Inácio

    Esse sargento Tainha, digo, sargento Fahur vai entrar para a anedOTÁRIO paranaense como o símbolo da ignorância que grassa entre os bolsonaristas e, em geral, a oposição extremista. O cara foi esculachado nacionalmente, e aposto que ele não entendeu que é herói nacional da idiotia da extrema-esquerda, isto é, somente dessa seita.

    • Emílio Inácio

      Ò loco! Idiotia da extrema-direita! Aquela turma de negacionistas e renascidos da Idade Média.

  • Se ele tivesse arrancado os fios do bigode de tanta alegria quando o descondenado confessou o pedido ao presidente da China, Xi Jinping, do envio de “uma pessoa de confiança” para tratar da regulamentação das mídias sociais, especialmente do Tik Tok, certamente seria tratado pela esquerda como um “guerreiro do povo brasileiro” e não como subserviente a um governo estrangeiro não simpatizante da esquerda.
    Seria engraçado, se não fosse pura hipocrisia, a esquerda falar em soberania nacional quando depende de países estrangeiros para sua subsistência, prefere entupir de impostos os trabalhadores brasileiros a cobrar dividas bilionárias de países ditatoriais aliados ao PT.
    A dependência brasileira de tecnologia dos EUA, China e UE chega a ser vergonhosa, certamente estaríamos na idade da pedra.
    Satélites, chip para computadores, chip para sistemas automotores, sistemas de defesa, investimentos em infraestrutura, saneamento, logística, geração/transmissão/distribuição elétrica, comunicação e tudo mais que se possa imaginar tem o envolvimento com investimentos estrangeiros porque se dependesse de brasileiros estaríamos produzindo e exportando artesanato, suco de laranja e carnaval.
    – Áh………mas a balança comercial é mais favorável ao EUA do que ao Brasil, compramos mais do que vendemos!
    Mas é claro, e preocupante, que isso ocorra, isso é reflexo de um país extremamente dependente e não independente, se compramos mais que vendemos é sinal que produzimos pouco para nossa existência, logo, a soberania é só um discurso fácil para a incompetência administrativa do governo do Brasil.

    • Pedro Parana

      Lembrando que a China exporta mais do que compra dos EUA são eletronicos e carros fabricados na parceria das empresas dos EUA na China.
      Isto é economia globalizada para atender um terço da população mundial.

      • Economia globalizada que se mostrou perniciosa na pandemia, quando todos se deram conta que a “fabrica” do mundo era a China. O mundo praticamente “fechou” por quase dois ano e aí se deram conta da dependência que tinham da China quando começou a faltar até seringas para as vacinas. Poucos sabem porque pouco se divulgou: naquele período os estoques de pneus chineses quase causou outra crise no mundo, no Brasil tinha colega que não conseguia importar mais nada e as fabricas brasileira estavam fechadas.
        Ou se revê essa forma de economia ou que se acostumem a viver na dependência de outra nação. Talvez Trump queira fazer a vez dos chineses e transformar os EUA na “nova fábrica do mundo”.
        Independentemente de chineses ou americano, não cabe a qualquer nação falar em soberania enquanto dependente de produção industrial de outros países.

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