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domingo, 1 de novembro de 2026
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Estreia a coluna: Paraná em Chamas

Por Cláudio Osti
4 comentários
Estreia a coluna: Paraná em Chamas

Paraná em chamas

Quem imaginaria que o pacato Paraná acordaria para uma revolução de códigos? Todos rompidos por conta da inércia do governador Ratinho Junior (PSD) que deixou sua sucessão de lado e foi cuidar de sua campanha eleitoral de 2030?

Tanto faz
Para Ratinho Junior aparecer no Jornal Nacional da Globo e ser entrevistado por César Tralli como candidato a Presidente da República do maior país da América Latina e de língua Portuguesa é algo que nem ele, nascido em Jandaia do Sul, poderia imaginar.
Nem em sonhos de brinquedos Lego.

Tortura
Não é de hoje que ele destoa do político comum paranaense que adora ser paparicado em Brasília.
Ele e Beto Richa adoram trabalhar poucas horas em Curitiba e curtir com amigos o Litoral e agora as doces águas do rio Paraná ou no conforto de suas fazendas espalhadas pelo conglomerado familiar Café no Bule – Rede Massa.
Tanto em Cambira, São João do Ivaí ou Goioerê.

Além disso
Brasília demanda um tempo para o político comum das barrancas do rio Iguaçu ou Rio Ivaí (no caso de Ratinho os rios menores Bom e Pirapó) desvendar as entranhas que Daniel Vorcaro, presidiário do Banco Master, demorou para pagar o pedágio cotidiano.

Cansaço e Fadiga
A articulação política de Ratinho Junior foi entregue para neófitos do Palácio Iguaçu e principalmente escorados em velhos políticos como Eduardo Sciarra (Cascavel), João Ortega (Jandaia do Sul) e Renato Adur (Pitanga).
Associaram aos empreiteiros de ontem e hoje da Lava Jato e deu no que deu. Uma enrolação que custou caro e pode deixar de fora seu grupo do controle de empresas como Copel, Sanepar, Celepar entre tantas aliadas do orçamento de quase 25 bilhões de reais por ano.

Capítulo não encerrado
O Paraná está dividido entre os que desejam Sérgio Moro e os que temem o governo que virá de um ex juiz federal oriundo de Ponta Grossa e Maringá e que fez fama prendendo Lula e a direção do PT.

Enredo de novela baiana
A Odebrecht que veio a ganhar a concorrência da ponte de Guaratuba de Ratinho Junior (como empreiteira Novonor), levou na Lava Jato tanto Lula como André Vargas e José Dirceu dormirem na cadeia.
Agora o Brasil assiste o INSS e Master sendo o concorrente ao prêmio de drama político da eleição presidencial.

Gostou? Mande para quem acompanha o assunto.

Cláudio Osti
Cláudio Osti

Jornalista e editor do Paçoca com Cebola. Cobre a política de Londrina e do Paraná.

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4 comentários

  • #Vivian.feijo.prefeita.2028

  • O Ratinho colocou o Paraná em chamas.
    Vendeu Copel, Sanepar , Compagás…
    Só não foi a Celepar, idéia do “inovador “Canziani, pq o PT no Estado fez barulho.
    Vergonha.

    • Poderia ser bem pior, ele poderia ser especialista de Misiones na Argentina

      Então o Guto Silva e Alex Canziani contaram com o aval do PT nessa empreitada da Celepar ou não contaram?
      Pois o barulho deles não existiu na SANEPAR e na COPEL e COMPAGAS.
      É isso cortesã?
      PT é cortesia da cortesã?
      PT de Londrina está na COHAB como Diretor – filho do Olivan Tressi.
      Doutor Vinicius Goreti Tressi – está lá.
      Entrou desde a cidade de Tamarana como assessor geral de serviços do Belinati Marcelo Agua de Palmito e terminou como Diretor da COHAB no TiagoZé do Matagal Igapolino.

      Ainda tem assessores comissionados do PT por mais cargos na Prefeitura do PSD de Londrina.
      Em outras cidades o André Bocão Vargas colocou mais gente?

  • para deputado em 2026 vote em Galo Cego, o politico que enxerga longe

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