Da coluna Radar/Veja
O juiz Sergio Moro acaba de negar a transferência da ação penal que investiga o ex-deputado André Vargas (ex-PT) por suposto recebimento de R$ 2,4 milhões em propina. Segundo a defesa de Vargas, o fato investigado não estaria relacionado à Operação Lava-Jato e, por isso, não deveria ser julgada por Moro. Segundo Moro, a investigação iniciou-se com a apuração de crime de lavagem consumado em Londrina, no Paraná, que está sujeita à jurisdição da Vara em que atua. As informações são de Ernesto Neves na Veja.
O magistrado afirma ainda que, para receber os valores, André Vargas teria utilizado os serviços do profissional de lavagem de dinheiro Alberto Youssef. O doleiro é um dos principais personagens da Lava-Jato. O montante recebido por Vargas teria sido pago pela empresa gas IT7 Sistemas Ltda. Em troca, Vargas teria beneficiado a companhia no fornecimento de tecnologia à Caixa Econômica Federal.





3 comentários
O Sidnei Bola e o Glaudio Lima foram visitar o lider petista na cadeia?
O Odarlone Orente foi ver as condições de saúde do Vargas Ilário?
O ex presidente do PT Gerson Silva foi ser advogado dativo da famìlia?
Levaram uma manta nova pro Andre Vargas?
Se o ex-petista André Vargas fosse tucano, por exemplo, não viria ao caso… Perto do Careca, do Mineirinho, do Santo e do atual ministro das Relações Exteriores do Temer, André seria no máximo um aprendiz de trombadinha. Justiça seletiva não é Justiça…
Basta ler o post inteiro pra ver que essa encrenca (se André Vargas cometeu realmente o crime que lhe é imputado pela república de Curitiba é melhor esperar as decisões de instâncias superiores) não tem a nada a ver com a Petrobras. Pra quem sabe o que é “princípio do juiz natural” não é difícil concluir que essa ação não deveria estar correndo na primeira instância controlada pelo Moro. O azar do André Vargas é que o juiz Moro, amigão dos americanos, se considera o juiz natural de todas as ações em que são denunciados os petistas. O princípio do juiz natural existe exatamente para que a justiça seja feita de modo imparcial e o acusado não seja o réu num tribunal de exceção.