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Editor:
Cláudio Osti

E Londrina vai ficando para trás

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Ponta Grossa prevê receber R$ 250 milhões em repasses de ICMS em 2023. A primeira é Curitiba, depois Araucária e São José dos Pinhais. Em seguida vem Maringá e Londrina. O índice de 2022, divulgado no ano passado, colocava  Ponta Grossa quase empatada com Londrina.
Enquanto o índice da Princesa dos Campos foi de 0,023925, o da maior cidade do Norte foi de 0,023924, o que em valores, gerou a projeção de R$ 237.879.973,00 em repasse, contra R$ 237.866.647,00, respectivamente. Já para 2023, o índice recém-divulgado traz uma participação de 0,02322 para Ponta Grossa, com uma projeção de repasse de R$ 222,08 milhões ao município no próximo ano. Maringá está com participação de 0,02298, o que deve representar R$ 219,73 ao município; ao passo que Londrina está com participação de 0,02261, com previsão de repasse de R$ 216,2 milhões.

Lembrando que há pouco mais de uma década, Londrina era a segunda no ranking.

Com Jornal da Manhã

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5 comentários

  • Renato Nogueira

    E vai piorar muito. Quando Sercomtel mudar a sede de Londrina, serão mais mais de R$ 70 milhões de ICMS a menos…

  • Jorge Luiz

    A falta de gestão na Codel, com a falta de pessoas capacitadas, está levando a cidade passar vergonha nessa área. Aos poucos as mentiras do atual prefeito vão aparecendo.

  • marcos tolomeu

    cade as industrias da cidade?

  • Julgo ser um conjunto de fatores aliados a incompetência administrativa de quem se dizia saber o caminho das pedras, e explico meu ponto de vista.
    Não tiro a razão do sr. Silvestre que em entrevista criticou o governo do Estado quando concede isenção fiscal para empresas localizadas na RMC. Isenção de impostos para a região mais desenvolvida? Com acesso fácil ao porto de Paranaguá, SC, RS, SP, aí é fácil, essa isenção tem que ser para empresas se instalarem nas regiões metropolitanas no interior, onde gerariam empregos, renda, desenvolvimento e por aí vai. Aí sim faz sentido, dar isenção fiscal para indústria cervejeira que já se instalou por fator estratégico não, indústria automobilística e de auto peças instaladas na porta do porto também é fácil.
    Agora…..sobre onde instalar novas industrias no interior fica fica difícil argumentar já que pelo menos aqui em Londrina a novela mexicana da cidade industrial parece não ter fim.

  • BOTEQUIM DO BILA

    Geração de empregos com empresas PERENES e fortes em todas as áreas deu a Ponta Grossa essa liderança econômica.
    Já Londrina contenta-se em Camelódromos e Especulação Imobiliária.

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