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Cláudio Osti

PSOL pede para STF suspender decisão que derrubou decreto do IOF

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O Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) entrou ontem (27) com uma ação direta de inconstitucionalidade (ADI) no Supremo Tribunal Federal (STF) para suspender a deliberação da Câmara dos Deputados e do Senado que derrubou o decreto editado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para aumentar alíquotas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).PSOL pede para STF suspender decisão que derrubou decreto do IOFPSOL pede para STF suspender decisão que derrubou decreto do IOF

A ação foi distribuída eletronicamente para o ministro Gilmar Mendes, que será o relator do caso. Não há prazo para decisão.

Na ação, o partido, que faz parte da base do governo, reconhece que a Constituição autoriza o Congresso a sustar medidas do Executivo. Contudo, a legenda diz que a suspensão só pode ocorrer nos casos em que houver exorbitância do poder regulamentar do presidente da República.

Para o PSOL, o decreto apenas alterou as alíquotas do IOF, “não havendo qualquer desrespeito ao limite de atuação normativa”.

“O Congresso Nacional, ao sustar o Decreto nº 12.499/2025, por meio do DL 176/2025, sem a devida demonstração de exorbitância de poder normativo, violou os próprios limites fixados no art. 49, V, da Constituição. O STF, inclusive, já declarou inconstitucional decreto legislativo editado nessas mesmas condições, como se verifica no julgamento da ADI 5744”, argumenta o partido.

Quinta-feira (26), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que o governo avalia se também vai recorrer ao STF contra a derrubada do decreto.

Decreto e MP

O decreto fazia parte de medidas elaboradas pelo Ministério da Fazenda para reforçar as receitas do governo e atender às metas do arcabouço fiscal. No fim de maio, o presidente Lula editou um decreto que aumentava o IOF para operações de crédito, de seguros e de câmbio. Diante da pressão do Congresso, o governo editou, no início de junho uma medida provisória com aumento de tributos para bets (empresas de apostas) e para investimentos isentos.

A medida provisória também prevê o corte de R$ 4,28 bilhões em gastos obrigatórios neste ano. Em troca, o governo desidratou o decreto do IOF, versão que foi derrubada pelo Congresso nesta semana.

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2 comentários

  • KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK………..
    Antes defensores dos LGBTQIA+, depois da atualização, defensores dos LGBTQIA+IOF…………….KKKKKKKKKKKKKKK, uma sopinha que quanto maior a quantidade de letras e símbolos melhor para confundir uma maioria esmagadora de eleitores ignorantes………. LGBTQIA+, MTST, IOF, PCdoB, PV………..
    Isso porque se intitulam defensores das minorias e do socialismo……..as minorias devem adorar pagar impostos para sustentar invasões de propriedades, intervenções estéticas, maquiagem e maquiadores, shows em Paris……………
    Bora gente, é pagar mais impostos que ano que vem é ano de eleições presidenciais.

  • do Supremo podemos esperar o pior. O fato é que ninguém mais suporta aumento de carga tributária. E mesmo com o ministro Taxad e toda corja do PT tente dizer que isso não é aumento de imposto, não tem colado muito nas mídias especializadas. Insistem em um possível guerra entre pobres e ricos, justiça tributária e todo tipo de mentiras. Não abrem mão de forma alguma dos quarenta e tantos ministérios que na grande maioria não servem pra nada além cabide de empregos para os apadrinhados e apoiadores. Acatando ou não no supremo, o governo esta sem base alguma no congresso, vai apenas empurrar com a barriga o ano e meio que falta, pouco provável que consiga aprovar qualquer coisa importante.

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