
E foi neste mundão sem fronteira de meu Deus, que é a internet, que o pré-candidato ao governo do Paraná, Roberto Requião de Mello e Silva, neo petista, escorregou esta semana.
Requião usou o Twitter para atacar o governo e, imediatamente, levou uma invertida. “Recebi a denúncia de quantidade de funcionários fantasmas no governo do Paraná. Vou verificar o fato e se de fato existir enviarei ao Ministério Público”, escreveu o ex-governador em sua conta no twitter.
A resposta veio na sequência: “uma das fantasmas citadas na ação é Elza Chrispim Calixto (mãe da Rosângela) que era empregada da família do senador (mas ele era governador quando isso aconteceu, em 2003) Roberto Requião (PT).
Elza Chripim Calixto tinha um cargo comissionado no gabinete de um deputado estadual aliado, mas trabalhando na casa de Roberto Requião.
Pois é!















2 comentários
Rossoni
e quem fez a denúncia foi o próprio Requião, que motivou a investigação na ALEP que acabou (momentaneamente) com o esquema de funcionários fantasmas
Mateus Oliveira
O antipetismo não vou dizer que é burro mas é capcioso. No caso narrado, só há uma pessoa que poderia confirmar se Requião seria beneficiário do trabalho dessa servidora supostamente fantasma: o deputado estadual aliado cujo gabinete supostamente abrigaria essa funcionária. Por que então não é citado o nome desse deputado estadual? Quem quer fazer o serviço de denunciante deve fazê-lo bem feito. Nesse caso, há bons exemplos na imprensa, como os dos jornalistas que apresentaram os nomes de muito mais de uma dezena de funcionários fantasmas dos gabinetes de Jair Bolsonaro & Filhos.