E, como é sempre óbvio, há polêmica na eleição para a reitoria da Universidade Estadual de Londrina. Acontece que não é tradição na UEL reitores e ex-reitores buscarem uma nova eleição para mais um mandato.
A ideia, há muito tempo, é a alternância de poder, para oxigenar o comando da UEL.
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Mas, desta vez está acontecendo.
O ex-reitor Sérgio Carlos de Carvalho que foi sucedido pela professora Marta Regina Gimenez Favaro, vai concorrer para suceder a sua sucessora, tendo ela, Marta Favaro, como candidata a vice-reitora.
Não é ilegal, só não é comum.














16 comentários
Joaquim Teixeira, sociólogo
Com um grupo verdadeira e puramente politico – Sergio e Marta -, não se trata de propostas, projetos e planos para a Universidade. É a boa e velha sede pelo poder, nada além disso. É a repulsa por ter de estar em sala de aula ensinado, que é na verdade a principal função dos docentes. Contudo, quem fica 8 anos (alguns a 12 anos) no conforto dos gabinetes da administração superior da UEL, nao quer saber de retornar à sua função precípua.
fulano
Sinceramente? Não suporto nenhum candidato à reitoria ou vice.
Mas infelizmente ainda prefiro a atual à alternativa quando a alternativa só falta cuspir na sua cara quando não gosta de você.
A candidata a reitora sofre de incontinência facial. Imagina numa sala de reunião com gente relevante?
Olavo Freire
Seu comentário é extremamente preconceituoso, misógino. Sergio, Marta e o grupo que apoia a sua candidatura (grupo esse que persegue, constrange e intimida servidores, fazendo ameacas e ofencas diversas) nâo tem nenhum compromisso com a Universidade, possuem apenas um projeto de poder, só isso.
A UEL precisa respirar novos ares, precisa de pessoas realmente comprometidas com a instituição e que estejam dispostas a lutar pelo resgate da autonomia Universitária. Sergio e Marta são exatamente o oposto disso, pois permitiram, em suas gestões, que a UEL perdesse sua autonomia.
Tobias Panqueka
Nao se deve escolher pela cara da pessoa.
Olha so no que deu escolher a atual Reitora, candidata a vice: cara de quem sempre é a última a saber das coisas. Arrependimento total.
Hahaha
Cara, que comentário machista. É muito fácil atacar mulher né?
Toma vergonha. Por que de homem você não fala?
Só um reflexo do que seu grupo têm disseminado pela universidade. Ainda bem que as pessoas são livres para escolher e garanto que a comunidade UEL não vai escolher a permanência do seu grupinho no poder.
Pode ir dizendo tchau pro cargo comissionado e pra FG
Alternância por alternância?
Como estas chapas são submetidas ao eleitorado, conclui-se que o plano de gestão — discutido com a comunidade durante o período eleitoral e que estruturará os planos anuais da nova administração — foi aprovado e legitimado pela escolha dos eleitores.
Portanto, não se trata de mera renovação ou continuísmo, mas sim da aprovação soberana do plano de gestão pelo eleitorado.
Então, cabe à imprensa o papel de ajudar o eleitorado da UEL a discutir propostas concretas, evitando meramente ater-se a rótulos utilizados por grupos políticos, estejam eles ou não no poder.
Paulo Reglus Neves Freire
Sem pudor nenhum, docentes, funcionários e assessores (pessoas contratadas sem concurso, apenas por afinidade) tem feito campanha há mais de um ano, na surdina. Com seus salários engordamos com os cargos comissionados e TIDE’s, se cotizam para permanecerem “mamando nas tetas do erário”.
A UEL nao merece isso.
To de olho
Como é bom ter cargo comissionado né
Dinheiro público caindo no seu bolso pra fazer campanha
Joaquim Teixeira, sociólogo
Meus parabéns, to de olho!
Matou a charada.
Estratégia enganosa ou pura incompetência técnica?
A recente questão sobre a suposta impugnação da Reitora levanta dúvidas pertinentes: tratou-se de uma estratégia enganosa ou de pura incompetência técnica?
É preocupante que parte do eleitorado e setores da imprensa tenham sido induzidos a acreditar em uma narrativa falsa sobre as intenções da chapa concorrente. Este episódio serve de alerta aos simpatizantes sobre o risco de serem enganados durante a campanha e, consequentemente, em uma futura gestão.
Por outro lado, caso o erro tenha sido percebido apenas no último momento, antes da formalização, evidencia-se uma grave fragilidade jurídica. Erros dessa natureza são um prenúncio de que, em uma eventual vitória da chapa concorrente, falhas administrativas podem ocorrer, prejudicando diretamente a UEL e toda a sua comunidade.
Joaquim Teixeira, sociólogo
Não, a UEL não precisa de alternância por alternância. Ela precisa de alternância para que ela seja resgatada do poço ao qual ela foi empurrada nos últimos 8 anos, onde as sucessivas administrações abriram mão da autonomia universitária, desrespeitaram as normas internas da instituição, perseguiu pessoas, e por aí vai…
O grupo político que domina a administração da UEL nos últimos 8 anos não se preocupa com projeto de gestão, eles só aceitam o discurso e escrevem projetos, propostas e planos que não tem real interesse para que saiam do papel, este que aceita qualquer coisa.
O único plano é continuar no poder, apenas isso. Poder pelo poder. Poder pelas suas benesses.
To de olho
Por que você não comenta lá com seu perfil de Instagram, igual a maioria fez?
Assim veríamos que é mais um cargo comissionado que troca o futuro da Universidade pelas migalhas que caem no seu bolso.
Não ao projeto de poder
A UEL tem muita gente competente para sua administração. Não precisamos ter o mesmo grupo de pessoas na condução por 12 anos! A renovação é necessária para que novas ideias sejam colocadas em prática e os antigos vícios sejam sanados.
Paulo Freire da Resistência
Não é sucessão, é projeto de poder.
A UEL precisa de pessoas comprometidas com o que é correto, para ela voltar a ter o protagonismo que nunca deveria ter perdido, além da autonomia que Sergio e Marta permitiram que fosse perdida, vide LGU e Meta4.
É triste ver a Universidade nessa situação.
Pra resumir
Jogaram a alternância de poder no lixo
Alex Vilas Boas
Uel precisa de mudanças que a coloque novamente no patamar das Melhores, não podemos ficar girando em círculos de interesses de poder…