
Não está fácil a vida da vereadora da causa animal Anne Moraes, a Anne da Ada.
Ontem o Ministério Público do Paraná apresentou uma denúncia criminal contra a vereadora de Londrina pela acusação da prática de rachadinha. Ou seja, teria exigido que um assessor devolvesse a ela parte do salário que ele recebia na Câmara. O comissionado Ivens Alves Barata envolvido no caso disse, em depoimento à promotoria, que a vereadora teria alegado que precisava do dinheiro para pagar o advogado Eduardo Caldeira que a defende em alguns processos particulares.
Como o assessor não aceitou, foi demitido.
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A denúncia do Ministério Público destaca que a estrutura do gabinete foi instrumentalizada para satisfazer interesses privados. Após a saída de Ivens, a vereadora nomeou Marcelo Ryan Caldeira da Silva, sobrinho do referido advogado, para o cargo de assessor parlamentar. Para a Promotoria de Proteção ao Patrimônio Público, o ato administrativo de nomeação não atendeu ao interesse público, mas serviu como mecanismo para viabilizar a remuneração do profissional particular por intermédio de recursos públicos.
A vereadora foi procurada pelos seus canais de whats app mas ainda não se manifestou. O espaço está aberto para as explicações da vereadora.
Veja a denúncia criminal abaixo:
anne moraes













3 comentários
GALO CEGO
Como diria o meu amigo DL da Mereceria Brunieri: ¨Moio¨
Antonio Xavier
Tiago Amaral e a “Reforma da Reforma” no Zerão
É inaceitável que a Prefeitura de Londrina, sob a gestão de Tiago Amaral, anuncie uma licitação de R$ 2,7 milhões para o Zerão apenas dois meses após entregar uma revitalização no local.
Fazer festa para inaugurar pintura de escadaria em dezembro e, em março, admitir que o espaço precisa de asfalto, drenagem e calçadas é o retrato da má gestão do dinheiro público.
Falta planejamento?
Porr que não fizeram tudo de uma vez?
Falta transparência?
Por que gastar milhões agora em um local recém entregue?
Londrina cansa de obras pela metade que servem apenas para fotos de inauguração.
O contribuinte merece respeito e eficiência, não um eterno canteiro de obras no mesmo endereço.
Estamos de Olho
E o pedido de cassação do Emanoel andou na Câmara?