Na planilha da propina, Bernardo é filósofo e pediu R$ 3,2 milhões

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, relator da lava-jato, autorizou a abertura de inquérito contra o ex-ministro Paulo Bernardo (PT). Segundo o Ministério Público Federal, Paulo Bernardo, marido da senadora Gleisi Hoffmann (PT), solicitou o pagamento de vantagens indevidas no contrato para a construir uma linha de trem no Rio Grande do Sul. O Valor do contrato era de R$ 323.977.829,28. De acordo com a denúncia, o petista solicitou o pagamento de 1% do valor do contrato para propiciar a inclusão da obra no PAC, Programa de Aceleração do Crescimento. Na planilha da Odebrecht, Paulo Bernardo era identificado com o codinome de “Filósofo”.

3 comentários em “Na planilha da propina, Bernardo é filósofo e pediu R$ 3,2 milhões

  • 13/04/2017, 15:58 em 15:58
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    O PB pediu 1% do contrato? Que falta de apetite para o dindim. O Aécio ficou com 3% na construção da Cidade Administrativa de Belo Horizonte, segundo delatores, que custou mais de R$ 2 bilhões.

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    • 13/04/2017, 21:23 em 21:23
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      Campos, tem gente com mais apetite por propina do que Aécio: a turma do Temer. Segundo um delator, Temer ao vivo comandou uma reunião onde o percentual da propina combinada com a Odebrecht era de 5%, Cinco por cento, mano!!! Essa propina chegava a 40 milhões de… DÓLARES! Cadê os eleitores do Temer na Câmara Federal: Marcelo Belinati, Alex Canziani e Hauly? Eles não têm nada a dizer?

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  • 13/04/2017, 22:00 em 22:00
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    PB?
    Quem era o Amante da madame?
    Planilha não mente?
    Madame Pixuleco era a Amante?
    Mas não era sua esposa?

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