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Cláudio Osti

STF julgará vínculo trabalhista de motoristas e entregadores

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Da Agência Brasil

STF julgará vínculo trabalhista de motoristas e entregadores

O Supremo Tribunal Federal (STF) marcou para a próxima quarta-feira (1°) o início do julgamento sobre o reconhecimento de vínculo empregatício entre entregadores e motoristas de aplicativos e as plataformas digitais. A controvérsia é conhecida como uberização das relações de trabalho.STF julgará vínculo trabalhista de motoristas e entregadoresSTF julgará vínculo trabalhista de motoristas e entregadores

 

A decisão a ser tomada pela Corte terá impacto em 10 mil processos que estão parados em todo o país à espera do posicionamento do plenário.

Serão julgadas duas ações que são relatadas pelos ministros Edson Fachin e Alexandre de Moraes e chegaram ao Supremo a partir de recursos protocolados pelas plataformas Rappi e Uber.

Contestação

As empresas contestam decisões da Justiça do Trabalho que reconheceram o vínculo empregatício com os motoristas e entregadores.

A Rappi alegou que as decisões trabalhistas que reconheceram o vínculo de emprego com a empresa desrespeitaram posição da própria Corte que entende não haver relação de emprego formal com os entregadores.

A Uber sustentou que é uma empresa de tecnologia, e não do ramo de transportes, e que o reconhecimento de vínculo trabalhista altera a finalidade do negócio da plataforma, violando o princípio constitucional da livre iniciativa de atividade econômica.

Além das defesas das plataformas, os ministros vão ouvir durante o julgamento as sustentações orais de entidades que defendem o reconhecimento do vínculo trabalhista de motoristas e entregadores.

O julgamento sobre a uberização será a primeira pauta do plenário sob o comando do ministro Edson Fachin, que será empossado no cargo de presidente do STF na próxima segunda-feira (29). Ele sucederá o ministro Luís Roberto Barroso, que encerrará mandato de dois anos à frente do tribunal. 

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2 comentários

  • MP precisa ver isso

    Sr. Paçoca, o senhor viu o valor absurdo para participar da corrida de aniversário de Londrina?
    Quem está lucrando com isso? A prefeitura dá algum tipo de apoio ou só cede o nome? Era pra ser a prova da Cidade, acessível e popular , mas virou negócio para poucos. Esporte não pode ser só vitrine, tem que ser inclusão.

  • Salve a Cultura

    Os artistas e produtores culturais já estão se mobilizando cobtra corte na área imposta por Tiago Amaral.
    Uma reunião tá marcada para a próxima terça, às 19h30, na Usina Cultural (Av. Duque de Caxias, 4.159).
    Algum vereador vai?

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