
Da Assessoria
Depois da instalação do ILS, Prefeitura de Londrina recebe agora o projeto da nova taxiway do aeroporto José Richa
Nesta segunda-feira, dia 2, o prefeito de Londrina, Tiago Amaral, recebeu formalmente o projeto da nova taxiway do Aeroporto Governador José Richa, doado pelo industrial Alfons Gardemann.
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O projeto da taxiway foi desenvolvido pela MSE Engenharia, de Londrina, em parceria com a concessionária Motiva, e contempla a avaliação geométrica, projetos civis de terraplenagem, drenagem e pavimentação, além do projeto de sinalização horizontal e vertical e da especificação do balizamento luminoso. A obra está orçada em aproximadamente R$ 70 milhões.
O que é a taxiway e por que ela importa
A nova taxiway é uma faixa pavimentada de aproximadamente 2 km de extensão que vai conectar a pista de pouso e decolagem aos pátios de estacionamento e hangares. Hoje, sem essa estrutura, as aeronaves precisam realizar o taxiamento na própria pista principal, reduzindo a capacidade técnica e operacional do aeroporto, além de impactar nos custos das passagens.
Com a nova taxiway, o aeroporto de Londrina vai aumentar sua capacidade operacional de forma significativa – um passo importante para ampliar o número de voos e consolidar Londrina como polo regional de aviação.
Veja como ela funciona:
Gratidão à Londrina
Segundo o industrial Alfons Gardemann, presidente do conselho da PADO S.A., indústria de fechaduras, portas, janelas, guarnições e cadeados com sede em Cambé, a doação do projeto da taxiway é um gesto de gratidão à cidade.
“A taxiway vai incrementar o número de voos e, juntamente com o ILS já em operação, potencializando o uso por parte dos usuários, além dos impactos positivos para os negócios em toda a nossa região. A doação do projeto é uma forma de agradecimento à Londrina que acolheu a nossa família quando chegamos da Alemanha, em 1963, e também um convite às pessoas a colaborarem com o desenvolvimento de nossa cidade”, afirma o industrial Alfons Gardemann.















11 comentários
Jose Aparecido
nao ia comentar…ai tem!
Amigo do Rei
Basta cruzar os dados dos leilões da PML com o mapa da região do aeroporto para entender o cenário dos terrenos vendidos às pressas nas ruas Augusto Severo, Gastão Madeira e Newton Braga estão exatamente na linha de interesse da atividade portuária.
Por que o município se desfez de tantas áreas lindeiras à pista justamente agora?
Onde termina o planejamento urbano e onde começam os interesses particulares na cabeceira do aeroporto?
Gastão Madeira
Causa profunda estranheza a celeridade atípica com que a Prefeitura Municipal de Londrina (PML) conduziu leilões de áreas públicas tanto no ano passado quanto no corrente exercício.
Esse atropelo administrativo levanta suspeitas legítimas sobre o real interesse público dessas alienações.
Resta o questionamento se esses terrenos servirão para a expansão de hangares na Rua Augusto Severo, Rua Gastão Madeira e Rua Newton Braga, atendendo a interesses particulares sob o manto da urgência estatal?
Newton Braga
A pressa da PML em leiloar terrenos públicos nos últimos meses não parece coincidência, mas sim um projeto de conveniência que ignora o planejamento urbano transparente. Tudo indica que essa ofensiva imobiliária visa pavimentar o caminho para os hangares da Rua Augusto Severo. O silêncio sobre a finalidade dessas áreas apenas reforça a tese de que o patrimônio da cidade está sendo entregue a toque de caixa.
Augusto Severo
É alarmante a política de liquidação do patrimônio municipal promovida pela PML através de leilões apressados e pouco debatidos com a sociedade.
A falta de clareza nos editais e a velocidade das vendas sugerem uma manobra para consolidar projetos de infraestrutura aeroportuária na Rua Augusto Severo sem o devido escrutínio.
O Executivo precisa explicar se está alienando bens públicos para favorecer a expansão de hangares de forma direcionada.
Sandro Augusto dos Santos
Muito estranho este empresário arcar com o custo do projeto que seria responsável a empresa detentora da concessão. Será que ele também tem jatinho particular ou está preocupado com seus negócios aqui em Londrina em Cambé. Isto está parecendo estratégia de negócio. O ILS também teve dedo de empresário. As goteiras na rodoviária de Londrina não aparece nenhum empresário interessado em resolver o problema. Sem comentários.
Panela
Na foto está o incontido riso do prefeito de Cambé na mesa da taxiway.
A Motiva concessionária CCR vai fazer a obra?
Ou os mexicanos que dizem ter comprado os aeroportos da empreiteira leniente dos pedágios do Paraná já sabem da obra que tanto disseram ser necessária?
Faltou a assessora do Luciano Godoy da Cohab e esposa do prefeito cambeense na reunião.
Cadê o MP e TCE
Uma cidade sem projetos e que precisa pedir a outros para pagarem para serem feitos pela iniciativa privada?
A UEL não consegue fazer projetos.
A prefeitura não consegue fazer projetos.
Para que tantos arquitetos e engenheiros concursados?
É o fim.
Por isso um funcionário da Pado está no Conselho de Administração da CTD?
Aplainar caminhos?
O sindicato de aeroviários foi na Câmara Municipal de Londrina – em 2025 – https://taroba.com.br/noticias/cidade/melhorias-no-aeroporto-de-londrina-sao-debatidas-em-reuniao-publica-na-camara
Lembremos que o Londrina Esporte Clube (não é Felipe Prochet?) teve que pagar o projeto da iluminação do Estádio do Café com as duas novas torres pois perderia a verba pela FEL conseguida com a Emenda Parlamentar do Deputado Filipe Barros na (di)gestão Marcelo Belinati.
Eita fim de feira.
Estamos de Olho
Vai sair novo hangar na Avenida Augusto Severo?
Cadê o MP
Justamente na antiga casa do antigo empresário do jogo do bicho de Londrina?
Ali na Augusto Severo recentemente leiloada pelo município nos arredores da divisa do Campo de Pouso e do hangar do Viva Sorte e Vale Sorte?
Humm.
Preocupado
Fico muito preocupado quando empresário paga por projetos?
Qual interesse pode existir?
Envolve muito investimento com angares e transporte aéreo privado.
MP deve estar atento.