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quinta-feira, 29 de outubro de 2026
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CBF e os cartolas locais

Por Cláudio Osti

Instruído a tentar tirar da FPF o presidente Helio Cury, Mario Celso Petraglia afirmava que com ele nada teria respaldo na entidade máxima e seríamos (ele!) sempre prejudicados.

Organizou uma chapa com Ricardo Gomyde e arrumou as assinaturas do trio de ferro contra Cury.
Tudo por que duas federações se negaram a dar unanimidade na eleição de Marco Polo del Nero para a CBF: a gaúcha e paranaense, ao votarem pela abstenção.
Agora a CBF anuncia que o último jogo da seleção brasileira antes da Copa América será contra Honduras em 10 de junho, no estádio do Internacional em Porto Alegre.
O argumento de Petraglia caiu por terra e o atual presidente da CBF José Maria Marin não o prestigiou com este jogo amistoso.

Gostou? Mande para quem acompanha o assunto.

Cláudio Osti
Cláudio Osti

Jornalista e editor do Paçoca com Cebola. Cobre a política de Londrina e do Paraná.

Sobre o editor
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1 comentário

  • Eu não me preocupo com a CBF, é uma entidade privada, não recebe recursos do governo(Ministerio do Esporte), e se tem corrupção lá dentro cabe aos clubes tomarem providencias.
    Eu ainda acredito que no futebol ainda temos momentos de paixão, quando as pessoas deixam de levar alguma vantagem pelo amor ao clube, como aconteceu recentemente onde o Palmeiras deixou de ganhar mais de um milhão de reais porque ganhou do Vitoria, na copa Brasil, por mais de um gol.

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