Abre em uma nova aba
sexta-feira, 30 de outubro de 2026
Publicidade

Seleção de 94 não era Futebol Força

Por Cláudio Osti
3 comentários
Seleção de 94 não era Futebol Força
Tafarel, Jorginho, Aldair, Mauro Silva, Márcio Santos e Branco. Agachados Mazinho, Romário, Dunga, Bebeto e Zinho

Por Rogério Fischer/VEC

O time de Parreira não praticava exatamente futebol-força. Priorizava a marcação, não com força excessiva, e sim por zona. Prova disso é que tínhamos dois zagueiros que não davam botinadas, muito pelo contrário. Aldair e Márcio Santos jogavam o fino na zaga. Tampouco os laterais Jorginho e Branco eram defensivos. As características mais marcantes deles – e a de Cafu, que jogou a maior parte da decisão – era o apoio ao ataque. (leia mais)

Gostou? Mande para quem acompanha o assunto.

Cláudio Osti
Cláudio Osti

Jornalista e editor do Paçoca com Cebola. Cobre a política de Londrina e do Paraná.

Sobre o editor
Toda semana · E-mail

O resumo da semana no seu e-mail

As notícias de Londrina e do Paraná que importam, com o comentário do Cláudio. Uma vez por semana, grátis.

Todo dia · WhatsApp

As notícias do dia no grupo do WhatsApp

Os links das matérias chegam no seu celular assim que saem no site.

Publicidade

Leia também

3 comentários

  • Das poucas lembranças dessa época, um time maduro e responsável diferente da balburdia de Sebastião Lazaroni na Copa de 1990. Romário sendo convocado pelas enquetes das ruas. Cada jogo Parreira e Zagalo apertavam o ferrolho. Zaga era zaga. Meio campo idem e ataque fazia gols. Um futebol campeão que parecia fácil nada mais é que disciplinado.

  • rogério fischer

    Deixa eu falar que errei em falar em vice-campeonato. Na verdade, depois de ganhar do Flamengo, o Palmeiras caiu diante do Inter na semi.

  • Tafarel deixou o gramado após perder no México, em 90, como culpado da geração de Lazaroni. Teve a segunda chance e foi peça chave para tirar o Brasil do jejum em 1994. O Tetra depois de 24 anos e seis copas. Com ele, Jorginho, Dunga e Branco que voltaram em 94. Na zaga, entraram Aldair, Mauro Silva, Márcio Santos que faziam o arroz com feijão e pouco apareciam. Mazinho e Zinho davam apoio a Romário e Bebeto na frente. Gol de falta igual ao do Branco contra a Holanda, aquela borrachada da intermediária, a cotovelado do Leonardo e Romário na frente resumem a conquista pelo tetra.

Deixe seu comentário