A guerra suja para conquistar a Federação Paranaense de Futebol

A eleição na Federação Paranaense de Futebol tem proporcionado cenas do mais puro gangsterismo.

Depois da já divulgada chantagem que sofreu o presidente do Foz do Iguaçu, , ao ver seu time esfacelado – perdeu cinco jogadores que haviam sido emprestados pelo Atlético Paranaense por se recusar a apoiar Ricardo Gomyde, protegido do presidente do Atlético, Mário Celso Petraglia -; de ver ainda Petraglia colocar o time principal para enfrentar o Foz – e perder por 1 a 0 – para ferrá-lo; agora o advogado Juliano Tetto, que advogava para a Federação Paranaense até semanas atrás foi notificado pela OAB por estar advogando contra seu ex-empregador, a FPF.

É um princípio basilar da OAB, já que Tetto era o advogado desde 2008 da FPF e somente insurgiu-se quando sua pretensão de ser o candidato a sucessão de Helio Cury não foi atendida pelos clubes desportivos e principalmente por Mario Celso Petraglia, mentor da chapa de Ricardo Gomyde, um coxa branca que está servindo aos interesses do “Senhor da Arena”.

Tetto está na chapa de Ricardo Gomyde e ajuizou ações contra a FPF dias após renunciar às procurações e ações judiciais da mesa, como no caso dos cronistas esportivos e contra o regulamento de competição e Estatuto da federação esportiva, que ele próprio redigiu e registrou no Cartório de Documentos de Curitiba, entre outras ações de escaramuça jurídica contra seu contratante.

Para rastaquerizar ainda mais a eleição na FPF, o advogado teria enviado dois advogados (João Gusi e Saulo Karvat) para entregar a Hélio Cury, em sua empresa particular, documentos de clubes que estaria retirando o apoio ao atual presidente. A ação foi gravada em video e distribuída na internet com o óbvio interesse de constranger Cury.

O juiz Maurício Doutor, concedeu uma liminar proibindo a divulgação do video, por considerá-la ilegal, e determinou uma multa de R$ 1 mil por dia para quem reproduzir o video.

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