Olha aí mais uma boa notícia.
O projeto Batuque na Caixa, do músico e ex-secretário de Cultura de Londrina, Aldo Moraes, foi premiado com nota máxima no Prêmio Nacional Culturas Populares 2017, concedido pelo Ministério da Cultura. Concorreram 2862 projetos de todo o Brasil.
“O Prêmio Culturas Populares é importante porque reconhece minha trajetória e a do projeto”, disse Moraes que não para de produzir.
“Eu continuo à frente do batuque e nesse 2º semestre, fiz parceria com o compositor carioca Jorge Antunes e escrevemos a Sinfonia dos Direitos. E pretendo gravar um CD com poemas e trilha minha mesmo. E 1 CD com peças minhas para piano e violão solo”, comentou Aldo Moraes.
Aldo Moraes é músico, jornalista e poeta com prêmios recebidos no Brasil, Áustria, França e Suíça; tem 7 livros e 3 CDs lançados. Este ano, o projeto também foi finalista do Prêmio Itaú Unicef e Moraes foi homenageado pela Assembléia Legislativa do Paraná, na semana da consciência negra.














21 comentários
Roberto da Zona Norte - Vilão
Verdade Stanley, tomara que o Marcelo reveja e leve o Aldo para Cultura. Nada com o atual, Briguet e esse tal de Barnabé.
Stanley Garcia
Parabéns ao amigo Aldo Moraes, a cultura que dá certo, é muito bom ver pessoal simples, com o Aldo escalarando os céus das invenção, viva a nossa cultura!!!
Cidadão Crítico
Espero que na próxima encarnação você aprenda a escrever para puxar melhor o saco do Aspone.
Silvana Silva Reis
Vamos lá : Virada Cultural aqui em Londrina de Arrigo.
Silvana Silva Reis
Olha aí: CAVAZOTTI, André. O serialismo e o atonalismo livre aportam na MPB: as canções do LP Clara Crocodilo de Arrigo Barnabé. TCC
Silvana Silva Reis
Arrigo Barnabé (Londrina, 14 de setembro de 1951) é um músico e ator brasileiro. Seu reconhecimento pelo grande público veio logo com o primeiro disco, Clara Crocodilo, em 1980, quando foi recebido pela imprensa como a maior novidade na música brasileira desde a Tropicália . Em suas composições, Arrigo mistura elementos e procedimentos da música erudita do século XX a letras ferinas sobre a vida na grande cidade. É comum a utilização de séries dodecafônicas, aliada a uma prosódia muito próxima da fala urbana de seu tempo.
A música de Arrigo Barnabé e sua banda Sabor de Veneno está muito ligada a outros artistas, como Itamar Assumpção (e a banda Isca de Polícia), e grupos, como Rumo, Premeditando o Breque e Língua de Trapo. Esses artistas e grupos estavam inseridos num contexto que acabou conhecido como Vanguarda Paulista.
Além das canções do disco Clara Crocodilo, outras músicas, como “Uga Uga” – hit dos anos 80 com participação de Eliete Negreiros e Vânia Bastos nos vocais – foram sucessos prestigiados.
O compositor escreveu várias composições para trilhas sonoras de filmes brasileiros e a faixa-título de seu álbum Tubarões Voadores é baseada em uma história em quadrinhos de Luiz Gê
Atualmente apresenta um programa de rádio na Rádio Cultura de São Paulo: o Supertônica.
Arrigo Barnabé já atuou como ator da novela da Globo Direito de Amar, 1987, ao lado do amigo Tim Rescala, numa participação especial, quase nos últimos capítulos.[6] O cantor foi também citado na música “Língua”, de Caetano Veloso, e “Eu Quero Saber Quem Matou”, de Rogério Skylab.
Silvana Silva Reis
Seria uma boa o Arrigo Barnabé. O atual é complicado. Nada contra, mas não se identificou com a função. Não tem perfil.
Estou Curioso
Difícil entender pq o Ricardo Richa e a Solange Gaia querem a saída do Caio da Cultura??????
Marcelinho Medeiros
O Paulo Briguet poderia ser um bom Secretário de Cultura.
Cidadão Crítico
Pra quê? Pra transformar aquilo numa ex?
Marcelinho Medeiros
Parabéns Aldo. Bom nome.
Rosália Souza
Uma vergonha. Londrina, outrora cidade de vanguarda, hoje amorfa . Nossa política cultural é pífia. Precisamos de menos política e mais ação. Estive em uma reunião recentemente e ouvi a fala do atual secretário. Achei o missiva inocente e despreparado. Muito longe da envergadura da pasta. O nome do Arrigo Barnabé poderia ser a grande mudança almejada. Fica ai a dica Prefeito Belinati e vereadores. Apesar que o indicado é do Deputado amigo do Temer traidor do povo.
Duvido e o dó!!!
Até parece que o Arrigo toparia assumir essa pasta subordinado a um Belinati. Só esse aí mesmo, indicado pelo Canziani. Um cheiro o outro. Tá!!!
VIVA CULTURA DE LONDRINA
Parabéns ao Grupo dos 15 da Cultura que tem levado ao Prefeito Marcelo Belinati o nome do compositor, cantor, pianista, ator londrinense Arrigo Barnabé em substituição ao jornalista Caio Cesáro. Um nome de expressão nacional. O grupo dos 15 da Cultura é composto por ex-secretários de cultura e dirigentes da UEL, Unifil, Unopar , entre outros. Quando existe união as ações são positivas. Aproveito para um PARABÉNS a diva do Teatro de Londrina, NITIS JACON!!!!!!
Por Wikipédia
Aldo Moraes (Londrina, junho de 1970) é um compositor, instrumentista e escritor brasileiro.[1] Criou, em 1999, o projeto “Batuque na Caixa”, como presidente do Instituto Cultural Arte Brasil, recebeu o selo de qualidade cultural do Unicef em outubro de 2011 e foi Secretário Municipal de Cultura de Londrina.[2]
Filho de Noé Salustiano de Moraes e Maria Helena de Oliveira, Aldo sempre gostou de escrever e ganhou seu primeiro concurso aos nove anos de idade, numa redação sobre Monteiro Lobato, promovido pela Secretaria Municipal de Educação de Londrina. Foi aluno do maestro Gervásio Basílio Nunes e também de Koellreutter, Mário Loureiro, Nei Carrasco e José Eduardo Grammani.
Infância e Influência Musical
Clodoaldo Salustiano de Moraes ( 16 de junho de 1970/ Londrina, PR) . Filho de Maria Helena de Oliveira Moraes e Noé Salustiano de Moraes ( 1930-1977).
Seus avós maternos Horácio de Oliveira (1895 – 1970 – Natural de Xavantes / SP) e Maria de Oliveira (1905 – 1967 – natural de Belo Horizonte / MG) eram filhos de escravos.
Os seus bisavós maternos, Ana da Silva e João da Silva (pais de Maria de Oliveira), eram africanos, da Costa da Mina (atual Benin, Togo e Gana) e escravos no interior de Minas Gerais.
Os pais de Dona Helena (Horácio e Maria) tinham que trabalhar para manter a família. Os seus avós, Ana da Silva e João da Silva, cuidavam da pequena Helena falando dialetos africanos no seu cotidiano.
Maria Helena aprendeu o “gosto” do canto e pela música influenciada pelo seu pai, Horácio de Oliveira (avó de Clodoaldo), músico profissional, que tocava em pequenas orquestras violão, sanfona, percussão e até mesmo piano.
Tornou-se cantora amadora nas horas de folga, fato este que influenciou diretamente Aldo Moraes.
Foi gravado e/ou teve peças e canções executadas por Jaime Santos, Batuque na Caixa, Tambores de Fogo, Grupo Instrumental de São Paulo, Fábio de Carvalho (flauta), Oilian Lanna (piano), Batuc’urbano, Sandra Morh (piano) e Arthur Cimirro (piano), entre outros. Teve trabalhos musicais apresentados no Brasil, na França, na Itália, em Portugal e na Espanha; e premiados no Brasil, na Suíça, na Áustria e nos Estados Unidos. Fez trilhas sonoras para a peça Máscaras (direção de Gilvania Rodrigues), apresentada em Londrina, em 1996, e na França, em 1998; para o seriado Personalidades (exibido por uma temporada, em 2003, na TV CNT Londrina); e para o curta-metragem Quando eu morrer, quem vai chorar por mim?, dirigido por Wilson Inácio.
Também escreve canções populares e é escritor, autor de livros de poesia e romance, sobre música e cultura. Como escritor, foi premiado em diversos concursos nacionais e, em 2013, no Concurso Agostinho Gomes, de Portugal. Em 2015, escreveu a trilha da peça Quando eu morrer, quem vai chorar por mim?, com texto de Valdir Rodrigues e direção de Anna Bacinello.
O Batuque na Caixa, projeto criado pelo músico em 1999, já atendeu 5.750 alunos gratuitamente; fez mais de 40 parcerias; gravou o CD Arte Brasilis e realizou mais de 350 shows pelo Brasil. O grupo Batuque na Caixa já se apresentou ao lado de Alcione (1999); Olodum (2001); Naná Vasconcelos (2001); Hermeto Paschoal (2002) e banda Espíritos Zombeteiros (nos carnavais de 2001 e 2002). O Batuque na Caixa recebeu reconhecimento de diversos prêmios: Reconhecimento Público da Câmara de Londrina 1999; Junia Rabello (MG/2003); Louvor da Assembleia Legislativa do Paraná (2005); semifinalista do Prêmio Itaú Unicef 2011 e 2013; e Leitura para Todos (Ministério da Cultura, em 2014).
Aldo Moraes , Interessado por música, estudou composição erudita em São Paulo e em Londrina com Hans Joachin Koellreutter, Mário Loureiro, Eduardo Gramani, Arrigo Barnabé e Oilian Lanna. Conquistou Prêmios como compositor no Brasil (2001), Suíça (2002) e Áustria (1994). Além disso, teve a oportunidade de apresentar trabalhos musicais na Espanha, Itália, França, Portugal, Argentina e Estados Unidos. Também suas obras integram o acervo da Orquestra e Biblioteca The New York Public Library for the Perfoming Arts e da Biblioteca da Universidade de Austin, Texas(EUA). Desenvolve pesquisa sobre a fonética do canto brasileiro e possui canções populares, que interpreta junto com poemas de suas autoria, em shows pelo país.
Participou do projeto Pão e Poesia da Secretaria Municipal de Cultura em 1999 e 2.000, tendo 03 poemas seus publicados em 500 mil saquinhos de pão. Em 1999 fez um curso de haicai com Alice Ruiz. Ainda em 1999 criou os projetos Aqui tem Livro e Batuque na caixa, de incentivo à leitura e música para crianças e jovens carentes de Londrina, através do Instituto Cultural Arte Brasil, do qual é Presidente.
Participou de diversas coletâneas nacionais em Concursos de poesia e contos que venceu, sempre nas primeiras colocações. Lançou em 2002 os CDs Arte Brasilis com música e poesia e Gestos ( piano solo), Música de invenção (2009) e Poemas do Amanhecer (2008). Aldo Moraes escreveu artigos para o Jornal Panorama (PR) e já colaborou com Jornal de Londrina, Folha de Londrina, Folha de S.Paulo, Revista ASFEMPR, Jornal União, Letras Santiaguenses, Coruja Cultural e Revista Varal do Brasil.
Em outubro/2011, recebeu o selo de qualidade cultural do Unicef por sua atuação à frente do Instituto Arte Brasil e do projeto musical Batuque na caixa. Foi Secretário Municipal de Cultura de Londrina.
Em 2013, Aldo Moraes recebeu certificado especial pela participação no Concurso Internacional de Poesia de Portugal e o Batuque na caixa foi novamente certificado com o selo do Prêmio Itaú Unicef.
Mario Bispo
O Aldo é a melhor alternativa para Cultura de Londrina. Parabéns pelo belo trabalho com Batuque na Caixa que começou do nada.
Vira Bosta
Uma pena o aldo fora da Cultura de Londrina. De onde apareceu esse turista que não fez nada de últil até o momento?
Uma Ex Funcionária da Sec. Cultura
Parabéns Aldo. Tempo ao Tempo. Sua trajetória vai levá-lo onde quer. Tem muita gente querendo. Sucesso.
Guilherme Salesiano
Ex quase grande secretário de Cultura de Londrina …
Perseguiram ele à toa.
Para colocar um apaniguado do Alex Canziani.
Deu confusão só.
…
Canalhice contra Aldinho Gente da Gente.
Valdir Tabaco
Num sei.
O melhor é o atual.
Provou que não precisa de secretário.
Vira depto da Educação
corneta
E o parça Stanley ta nessa tbem maestro