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Cláudio Osti

“Batuque na Caixa” ganha prêmio do Ministério da Cultura

21 comentários

"Batuque na Caixa" ganha prêmio do Ministério da CulturaOlha aí mais uma boa notícia.

O projeto Batuque na Caixa, do músico e ex-secretário de Cultura de Londrina, Aldo Moraes, foi premiado com nota máxima no Prêmio Nacional Culturas Populares 2017, concedido pelo Ministério da Cultura. Concorreram 2862 projetos de todo o Brasil.

“O Prêmio Culturas Populares é importante porque reconhece minha trajetória e a do projeto”, disse Moraes que não para de produzir.

“Eu continuo à frente do batuque e nesse 2º semestre, fiz parceria com o compositor carioca Jorge Antunes e escrevemos a Sinfonia dos Direitos. E pretendo gravar um CD com poemas e trilha minha mesmo. E 1 CD com peças minhas para piano e violão solo”, comentou Aldo Moraes.

Aldo Moraes é músico, jornalista e poeta com prêmios recebidos no Brasil, Áustria, França e Suíça; tem 7 livros e 3 CDs lançados. Este ano, o projeto também foi finalista do Prêmio Itaú Unicef e Moraes foi homenageado pela Assembléia Legislativa do Paraná, na semana da consciência negra.

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21 comentários

  • Roberto da Zona Norte - Vilão

    Verdade Stanley, tomara que o Marcelo reveja e leve o Aldo para Cultura. Nada com o atual, Briguet e esse tal de Barnabé.

  • Stanley Garcia

    Parabéns ao amigo Aldo Moraes, a cultura que dá certo, é muito bom ver pessoal simples, com o Aldo escalarando os céus das invenção, viva a nossa cultura!!!

    • Cidadão Crítico

      Espero que na próxima encarnação você aprenda a escrever para puxar melhor o saco do Aspone.

  • Silvana Silva Reis

    Vamos lá : Virada Cultural aqui em Londrina de Arrigo.

  • Silvana Silva Reis

    Olha aí: CAVAZOTTI, André. O serialismo e o atonalismo livre aportam na MPB: as canções do LP Clara Crocodilo de Arrigo Barnabé. TCC

  • Silvana Silva Reis

    Arrigo Barnabé (Londrina, 14 de setembro de 1951) é um músico e ator brasileiro. Seu reconhecimento pelo grande público veio logo com o primeiro disco, Clara Crocodilo, em 1980, quando foi recebido pela imprensa como a maior novidade na música brasileira desde a Tropicália . Em suas composições, Arrigo mistura elementos e procedimentos da música erudita do século XX a letras ferinas sobre a vida na grande cidade. É comum a utilização de séries dodecafônicas, aliada a uma prosódia muito próxima da fala urbana de seu tempo.

    A música de Arrigo Barnabé e sua banda Sabor de Veneno está muito ligada a outros artistas, como Itamar Assumpção (e a banda Isca de Polícia), e grupos, como Rumo, Premeditando o Breque e Língua de Trapo. Esses artistas e grupos estavam inseridos num contexto que acabou conhecido como Vanguarda Paulista.

    Além das canções do disco Clara Crocodilo, outras músicas, como “Uga Uga” – hit dos anos 80 com participação de Eliete Negreiros e Vânia Bastos nos vocais – foram sucessos prestigiados.

    O compositor escreveu várias composições para trilhas sonoras de filmes brasileiros e a faixa-título de seu álbum Tubarões Voadores é baseada em uma história em quadrinhos de Luiz Gê

    Atualmente apresenta um programa de rádio na Rádio Cultura de São Paulo: o Supertônica.

    Arrigo Barnabé já atuou como ator da novela da Globo Direito de Amar, 1987, ao lado do amigo Tim Rescala, numa participação especial, quase nos últimos capítulos.[6] O cantor foi também citado na música “Língua”, de Caetano Veloso, e “Eu Quero Saber Quem Matou”, de Rogério Skylab.

  • Silvana Silva Reis

    Seria uma boa o Arrigo Barnabé. O atual é complicado. Nada contra, mas não se identificou com a função. Não tem perfil.

  • Estou Curioso

    Difícil entender pq o Ricardo Richa e a Solange Gaia querem a saída do Caio da Cultura??????

  • Marcelinho Medeiros

    O Paulo Briguet poderia ser um bom Secretário de Cultura.

  • Marcelinho Medeiros

    Parabéns Aldo. Bom nome.

  • Rosália Souza

    Uma vergonha. Londrina, outrora cidade de vanguarda, hoje amorfa . Nossa política cultural é pífia. Precisamos de menos política e mais ação. Estive em uma reunião recentemente e ouvi a fala do atual secretário. Achei o missiva inocente e despreparado. Muito longe da envergadura da pasta. O nome do Arrigo Barnabé poderia ser a grande mudança almejada. Fica ai a dica Prefeito Belinati e vereadores. Apesar que o indicado é do Deputado amigo do Temer traidor do povo.

    • Duvido e o dó!!!

      Até parece que o Arrigo toparia assumir essa pasta subordinado a um Belinati. Só esse aí mesmo, indicado pelo Canziani. Um cheiro o outro. Tá!!!

  • VIVA CULTURA DE LONDRINA

    Parabéns ao Grupo dos 15 da Cultura que tem levado ao Prefeito Marcelo Belinati o nome do compositor, cantor, pianista, ator londrinense Arrigo Barnabé em substituição ao jornalista Caio Cesáro. Um nome de expressão nacional. O grupo dos 15 da Cultura é composto por ex-secretários de cultura e dirigentes da UEL, Unifil, Unopar , entre outros. Quando existe união as ações são positivas. Aproveito para um PARABÉNS a diva do Teatro de Londrina, NITIS JACON!!!!!!

  • Por Wikipédia

    Aldo Moraes (Londrina, junho de 1970) é um compositor, instrumentista e escritor brasileiro.[1] Criou, em 1999, o projeto “Batuque na Caixa”, como presidente do Instituto Cultural Arte Brasil, recebeu o selo de qualidade cultural do Unicef em outubro de 2011 e foi Secretário Municipal de Cultura de Londrina.[2]

    Filho de Noé Salustiano de Moraes e Maria Helena de Oliveira, Aldo sempre gostou de escrever e ganhou seu primeiro concurso aos nove anos de idade, numa redação sobre Monteiro Lobato, promovido pela Secretaria Municipal de Educação de Londrina. Foi aluno do maestro Gervásio Basílio Nunes e também de Koellreutter, Mário Loureiro, Nei Carrasco e José Eduardo Grammani.

    Infância e Influência Musical

    Clodoaldo Salustiano de Moraes ( 16 de junho de 1970/ Londrina, PR) . Filho de Maria Helena de Oliveira Moraes e Noé Salustiano de Moraes ( 1930-1977).

    Seus avós maternos Horácio de Oliveira (1895 – 1970 – Natural de Xavantes / SP) e Maria de Oliveira (1905 – 1967 – natural de Belo Horizonte / MG) eram filhos de escravos.

    Os seus bisavós maternos, Ana da Silva e João da Silva (pais de Maria de Oliveira), eram africanos, da Costa da Mina (atual Benin, Togo e Gana) e escravos no interior de Minas Gerais.

    Os pais de Dona Helena (Horácio e Maria) tinham que trabalhar para manter a família. Os seus avós, Ana da Silva e João da Silva, cuidavam da pequena Helena falando dialetos africanos no seu cotidiano.

    Maria Helena aprendeu o “gosto” do canto e pela música influenciada pelo seu pai, Horácio de Oliveira (avó de Clodoaldo), músico profissional, que tocava em pequenas orquestras violão, sanfona, percussão e até mesmo piano.

    Tornou-se cantora amadora nas horas de folga, fato este que influenciou diretamente Aldo Moraes.

    Foi gravado e/ou teve peças e canções executadas por Jaime Santos, Batuque na Caixa, Tambores de Fogo, Grupo Instrumental de São Paulo, Fábio de Carvalho (flauta), Oilian Lanna (piano), Batuc’urbano, Sandra Morh (piano) e Arthur Cimirro (piano), entre outros. Teve trabalhos musicais apresentados no Brasil, na França, na Itália, em Portugal e na Espanha; e premiados no Brasil, na Suíça, na Áustria e nos Estados Unidos. Fez trilhas sonoras para a peça Máscaras (direção de Gilvania Rodrigues), apresentada em Londrina, em 1996, e na França, em 1998; para o seriado Personalidades (exibido por uma temporada, em 2003, na TV CNT Londrina); e para o curta-metragem Quando eu morrer, quem vai chorar por mim?, dirigido por Wilson Inácio.

    Também escreve canções populares e é escritor, autor de livros de poesia e romance, sobre música e cultura. Como escritor, foi premiado em diversos concursos nacionais e, em 2013, no Concurso Agostinho Gomes, de Portugal. Em 2015, escreveu a trilha da peça Quando eu morrer, quem vai chorar por mim?, com texto de Valdir Rodrigues e direção de Anna Bacinello.

    O Batuque na Caixa, projeto criado pelo músico em 1999, já atendeu 5.750 alunos gratuitamente; fez mais de 40 parcerias; gravou o CD Arte Brasilis e realizou mais de 350 shows pelo Brasil. O grupo Batuque na Caixa já se apresentou ao lado de Alcione (1999); Olodum (2001); Naná Vasconcelos (2001); Hermeto Paschoal (2002) e banda Espíritos Zombeteiros (nos carnavais de 2001 e 2002). O Batuque na Caixa recebeu reconhecimento de diversos prêmios: Reconhecimento Público da Câmara de Londrina 1999; Junia Rabello (MG/2003); Louvor da Assembleia Legislativa do Paraná (2005); semifinalista do Prêmio Itaú Unicef 2011 e 2013; e Leitura para Todos (Ministério da Cultura, em 2014).

    Aldo Moraes , Interessado por música, estudou composição erudita em São Paulo e em Londrina com Hans Joachin Koellreutter, Mário Loureiro, Eduardo Gramani, Arrigo Barnabé e Oilian Lanna. Conquistou Prêmios como compositor no Brasil (2001), Suíça (2002) e Áustria (1994). Além disso, teve a oportunidade de apresentar trabalhos musicais na Espanha, Itália, França, Portugal, Argentina e Estados Unidos. Também suas obras integram o acervo da Orquestra e Biblioteca The New York Public Library for the Perfoming Arts e da Biblioteca da Universidade de Austin, Texas(EUA). Desenvolve pesquisa sobre a fonética do canto brasileiro e possui canções populares, que interpreta junto com poemas de suas autoria, em shows pelo país.

    Participou do projeto Pão e Poesia da Secretaria Municipal de Cultura em 1999 e 2.000, tendo 03 poemas seus publicados em 500 mil saquinhos de pão. Em 1999 fez um curso de haicai com Alice Ruiz. Ainda em 1999 criou os projetos Aqui tem Livro e Batuque na caixa, de incentivo à leitura e música para crianças e jovens carentes de Londrina, através do Instituto Cultural Arte Brasil, do qual é Presidente.

    Participou de diversas coletâneas nacionais em Concursos de poesia e contos que venceu, sempre nas primeiras colocações. Lançou em 2002 os CDs Arte Brasilis com música e poesia e Gestos ( piano solo), Música de invenção (2009) e Poemas do Amanhecer (2008). Aldo Moraes escreveu artigos para o Jornal Panorama (PR) e já colaborou com Jornal de Londrina, Folha de Londrina, Folha de S.Paulo, Revista ASFEMPR, Jornal União, Letras Santiaguenses, Coruja Cultural e Revista Varal do Brasil.

    Em outubro/2011, recebeu o selo de qualidade cultural do Unicef por sua atuação à frente do Instituto Arte Brasil e do projeto musical Batuque na caixa. Foi Secretário Municipal de Cultura de Londrina.

    Em 2013, Aldo Moraes recebeu certificado especial pela participação no Concurso Internacional de Poesia de Portugal e o Batuque na caixa foi novamente certificado com o selo do Prêmio Itaú Unicef.

  • Mario Bispo

    O Aldo é a melhor alternativa para Cultura de Londrina. Parabéns pelo belo trabalho com Batuque na Caixa que começou do nada.

  • Vira Bosta

    Uma pena o aldo fora da Cultura de Londrina. De onde apareceu esse turista que não fez nada de últil até o momento?

  • Uma Ex Funcionária da Sec. Cultura

    Parabéns Aldo. Tempo ao Tempo. Sua trajetória vai levá-lo onde quer. Tem muita gente querendo. Sucesso.

  • Guilherme Salesiano

    Ex quase grande secretário de Cultura de Londrina …
    Perseguiram ele à toa.

    Para colocar um apaniguado do Alex Canziani.
    Deu confusão só.

    Canalhice contra Aldinho Gente da Gente.

    • Valdir Tabaco

      Num sei.
      O melhor é o atual.
      Provou que não precisa de secretário.
      Vira depto da Educação

  • E o parça Stanley ta nessa tbem maestro

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