do R7
O ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou a soltura de Virgílio Antônio Ribeiro de Oliveira Filho, ex-procurador-geral do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) indiciado pela Polícia Federal por participação no desvio de contribuições associativas em aposentadorias e pensões. A decisão foi assinada na noite de terça-feira (8).
A prisão foi substituída pelo uso de tornozeleira eletrônica, além da proibição de se comunicar com outros investigados ou acessar as dependências do INSS ou da Dataprev, empresa pública que administra o banco de dados da autarquia.
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No início de agosto, a PF indiciou Virgílio Antônio de Oliveira Filho sob a suspeita de que ele teria recebido R$ 11,9 milhões oriundos de descontos irregulares em aposentadorias. O dinheiro teria sido recebido por meio de sua esposa, a partir de empresas ligadas à Contag (Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura).
Sob justificativa similar, Mendonça determinou também a soltura de Samuel Bomfim Júnior, contador da Conafer (Confederação Nacional dos Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais), que deverá usar tornozeleira eletrônica.
José Carlos Oliveira, também conhecido como Ahmed Mohamad Oliveira, aparece em relatório da PF como destinatário de R$ 100 mil em propina paga pela Conafer com recursos desviados de aposentadorias do INSS. Em troca, ele teria facilitado os interesses da entidade.














