Da carreira fulminante à derrocada de André Vargas

André Vargas Ilário nasceu em Assaí, em 1964, é técnico em administração de empresas, curso que fez no segundo grau no Colégio Estadual Marcelino Champagnat, em Londrina. Em 1983 ingressou no PT. A primeira vez que o ex-deputado federal apareceu na mídia foi no final dos anos 1980. Na é época ele era diretor do Albergue Noturno de Londrina – entidade que recebe pessoas em trânsito pela cidade e que não tem onde dormir.

 

Com a eleição do então petista Luiz Eduardo Cheida para prefeito de Londrina – 1993 a 1996 -, Vargas assumiu uma assessoria na Cohab que era comandada por Nedson Micheleti. Já em 2000 foi eleito vereador em Londrina e a carreira decolou de vez. Dois anos depois, ainda na onda petista que avançava no país, foi eleito deputado estadual. Notabilizou-se por ser o presidente da CPI instalada para investigar o pedágio do Paraná, um dos mais caros do Brasil. A CPI, sob o comando de Vargas, concluiu que não havia ilegalidade nos contratos. Na época choveram ilações de que os deputados participantes da então CPI haviam sido agradados pelas empresas concessionárias do pedágio.

Eleito deputado federal em 2007 começou a se aproximar da cúpula do PT. Deu certo. Bem articulado e com gana de poder, foi encarregado de comandar a Comunicação do PT, quando foi estruturado o sistema de contrainformação do partido. Apesar de estar apenas no segundo mandato, Vargas foi eleito vice-presidente da Câmara Federal.

A derrocada de Vargas iniciou quando deixou os bastidores e quis se posicionar nacionalmente. No começo do ano passado Vargas estampou as manchetes de todos os jornais, portais, emissoras de rádio e TV após ter erguido o braço com o punho cerrado ao lado do então presidente do STF, Joaquim Barbosa, durante uma sessão do congresso. Barbosa foi o algoz dos petistas no processo do mensalão. Quando foram presos, José Genoino e Zé Dirceu levantaram o punho em protesto, imagem que percorreu o mundo.

Um comentário em “Da carreira fulminante à derrocada de André Vargas

  • 10/04/2015, 10:45 em 10:45
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    O Youssef também disse que o tucano Aécio tinha “negócios” com o Janene em Furnas Chegou a citar a empresa Bauruense como participante da transação. Será que o juiz, que tem esposa assessora do PSDB, vai mandar prender o empresário da Bauruense e deixá-lo preso 6 meses até denunciar o senador?

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    • 10/04/2015, 11:12 em 11:12
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      Não vai,

      Resposta

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