Aquele que autoriza o ladrão MOR a agir vai inaugura uma obra iniciada, concluída no governo Bolsonaro, após 3 anos de atrasos a economia paranaense,quer apenas o palanque político, nada mais que isso.
Parabéns Rayinho Jr. por não se curvar a políticos corruptos.
Essa malandragem era bastante comum no governo de outro golpista: o ex-governador Beto Richa. Sim, obras construídas no estado com verbas federais eram anunciadas como obras unicamente bancadas pelo governo estadual. Esse republicanismo de governos petistas só alimenta governos picaretas e desonestos.
ratinho Jr. é um governador medíocre, governa o Paraná a serviço do setor privado e do bolsonarismo. Não fosse a fama do pai, ratinho Jr. seria, quando muito, algum assessor parlamentar. No fundo no fundo, ratinho Jr. não passa de um mero assessor do pai e do ex-presidente genocida.
DENÚNCIA:
Ratinho Jr. e Alex Canziani querem vender a Celepar e o leilão já tem data marcada segundo deputado
O governo do Paraná, comandado por Ratinho Jr., está prestes a dar mais um passo rumo à desestruturação do serviço público estadual. Segundo denúncia feita pelo deputado estadual Arilson Chiorato (PT), o leilão da Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná (Celepar) já tem data marcada: 13 de janeiro de 2026.
A Celepar, responsável por operar sistemas estratégicos e sensíveis do Estado, está subordinada à Secretaria de Inovação, comandada pelo londrinense Alex Canziani. Ambos, governador e secretário, articulam a venda da empresa de forma silenciosa, sem diálogo com a sociedade, com os servidores ou com os órgãos de controle.
O governo alega que não depende mais da Celepar. No entanto, documentos oficiais apresentados por Arilson Chiorato ao Supremo Tribunal Federal (STF) mostram o contrário. A criação da Superintendência-Geral de Governança de Serviços e Dados (SGSD), em 2024, consumiu R$ 41,5 milhões dos cofres públicos. Essa estrutura, que deveria substituir a Celepar, já admite não ter equipe técnica suficiente, nem estrutura adequada para operar os sistemas do Estado de forma autônoma.
Chama atenção o contraste entre o valor investido na SGSD e o histórico recente de privatizações no Paraná. A Copel, por exemplo, foi vendida por pouco mais de R$ 3 bilhões, mesmo gerando cerca de R$ 1 bilhão de lucro por ano. Ou seja, em apenas três anos, o lucro da empresa pagou o valor da venda. Um negócio que, na prática, entrega patrimônio público estratégico a preço de banana.
Mais grave ainda é o silêncio cúmplice de setores que deveriam fiscalizar esse processo. A imprensa, a base governista na Assembleia Legislativa, o Tribunal de Contas do Estado e o Ministério Público permanecem inertes diante de mais uma entrega do patrimônio público.
A tentativa de privatizar a Celepar não é apenas uma decisão administrativa, é um ataque à soberania digital do Paraná, à segurança dos dados públicos e ao interesse coletivo. É preciso denunciar, resistir e exigir transparência.
ratinho Jr. é um testa de ferro dos interesses privados no governo do Paraná. ratinho Jr. já doou sua alma à Faria Lima em troca de apoio à sua candidatura a presidente do Brasil. É claro que está sendo cobrado a entregar o coração e o cérebro da estrutura estatal do Paraná, que é a Celepar, a grupo privado que usará esse conjunto de informações conforme seus interesses. E não é de se surpreender se por trás dessa privatização não estiver empresas norte-americanas.
9 comentários
Genildo
Aquele que autoriza o ladrão MOR a agir vai inaugura uma obra iniciada, concluída no governo Bolsonaro, após 3 anos de atrasos a economia paranaense,quer apenas o palanque político, nada mais que isso.
Parabéns Rayinho Jr. por não se curvar a políticos corruptos.
Antônio Gonçalves filho
Postagem esquisita. Não dá para saber quem fala! Quem fala?
Ilha da Uta
Quem regurgita?
Bocão.
https://www.cartacapital.com.br/politica/petistas-fazem-coro-para-que-deputado-andre-vargas-renuncie-ao-mandato-4614/
Quem reclama?
André.
https://www.gazetadopovo.com.br/parana/andre-vargas-primeiro-condenado-lava-jato-mira-eleicao-2026-pelo-pt/
Quem analisa?
André Ilário Vargas
De que partido?
Voltou ao PT.
https://epoca.globo.com/tempo/noticia/2014/04/bandre-vargasb-pede-desfiliacao-do-pt.html
Anos preso em Curitiba fizeram mal a gargante dele.
https://www.youtube.com/watch?v=ndOvbsCF-_g
Emílio Inácio
Essa malandragem era bastante comum no governo de outro golpista: o ex-governador Beto Richa. Sim, obras construídas no estado com verbas federais eram anunciadas como obras unicamente bancadas pelo governo estadual. Esse republicanismo de governos petistas só alimenta governos picaretas e desonestos.
Boca Maldita
Ratinho vai explicar relação venda da Copel com Banco Master?
Nenhum do MP ?
Vai passar em branco?
Genildo
Vc não tem interesse em saber o relacionamento do escritório da esposa de Alexandre de Moraes com o banco Master?
Jordão Bruno
ratinho Jr. é um governador medíocre, governa o Paraná a serviço do setor privado e do bolsonarismo. Não fosse a fama do pai, ratinho Jr. seria, quando muito, algum assessor parlamentar. No fundo no fundo, ratinho Jr. não passa de um mero assessor do pai e do ex-presidente genocida.
Denúncia
DENÚNCIA:
Ratinho Jr. e Alex Canziani querem vender a Celepar e o leilão já tem data marcada segundo deputado
O governo do Paraná, comandado por Ratinho Jr., está prestes a dar mais um passo rumo à desestruturação do serviço público estadual. Segundo denúncia feita pelo deputado estadual Arilson Chiorato (PT), o leilão da Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná (Celepar) já tem data marcada: 13 de janeiro de 2026.
A Celepar, responsável por operar sistemas estratégicos e sensíveis do Estado, está subordinada à Secretaria de Inovação, comandada pelo londrinense Alex Canziani. Ambos, governador e secretário, articulam a venda da empresa de forma silenciosa, sem diálogo com a sociedade, com os servidores ou com os órgãos de controle.
O governo alega que não depende mais da Celepar. No entanto, documentos oficiais apresentados por Arilson Chiorato ao Supremo Tribunal Federal (STF) mostram o contrário. A criação da Superintendência-Geral de Governança de Serviços e Dados (SGSD), em 2024, consumiu R$ 41,5 milhões dos cofres públicos. Essa estrutura, que deveria substituir a Celepar, já admite não ter equipe técnica suficiente, nem estrutura adequada para operar os sistemas do Estado de forma autônoma.
Chama atenção o contraste entre o valor investido na SGSD e o histórico recente de privatizações no Paraná. A Copel, por exemplo, foi vendida por pouco mais de R$ 3 bilhões, mesmo gerando cerca de R$ 1 bilhão de lucro por ano. Ou seja, em apenas três anos, o lucro da empresa pagou o valor da venda. Um negócio que, na prática, entrega patrimônio público estratégico a preço de banana.
Mais grave ainda é o silêncio cúmplice de setores que deveriam fiscalizar esse processo. A imprensa, a base governista na Assembleia Legislativa, o Tribunal de Contas do Estado e o Ministério Público permanecem inertes diante de mais uma entrega do patrimônio público.
A tentativa de privatizar a Celepar não é apenas uma decisão administrativa, é um ataque à soberania digital do Paraná, à segurança dos dados públicos e ao interesse coletivo. É preciso denunciar, resistir e exigir transparência.
Jordão Bruno
ratinho Jr. é um testa de ferro dos interesses privados no governo do Paraná. ratinho Jr. já doou sua alma à Faria Lima em troca de apoio à sua candidatura a presidente do Brasil. É claro que está sendo cobrado a entregar o coração e o cérebro da estrutura estatal do Paraná, que é a Celepar, a grupo privado que usará esse conjunto de informações conforme seus interesses. E não é de se surpreender se por trás dessa privatização não estiver empresas norte-americanas.