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Editor:
Cláudio Osti

É isso mesmo governador?

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  • Aquele que autoriza o ladrão MOR a agir vai inaugura uma obra iniciada, concluída no governo Bolsonaro, após 3 anos de atrasos a economia paranaense,quer apenas o palanque político, nada mais que isso.
    Parabéns Rayinho Jr. por não se curvar a políticos corruptos.

  • Antônio Gonçalves filho

    Postagem esquisita. Não dá para saber quem fala! Quem fala?

  • Emílio Inácio

    Essa malandragem era bastante comum no governo de outro golpista: o ex-governador Beto Richa. Sim, obras construídas no estado com verbas federais eram anunciadas como obras unicamente bancadas pelo governo estadual. Esse republicanismo de governos petistas só alimenta governos picaretas e desonestos.

  • Boca Maldita

    Ratinho vai explicar relação venda da Copel com Banco Master?
    Nenhum do MP ?
    Vai passar em branco?

    • Vc não tem interesse em saber o relacionamento do escritório da esposa de Alexandre de Moraes com o banco Master?

  • Jordão Bruno

    ratinho Jr. é um governador medíocre, governa o Paraná a serviço do setor privado e do bolsonarismo. Não fosse a fama do pai, ratinho Jr. seria, quando muito, algum assessor parlamentar. No fundo no fundo, ratinho Jr. não passa de um mero assessor do pai e do ex-presidente genocida.

    • DENÚNCIA:
      Ratinho Jr. e Alex Canziani querem vender a Celepar e o leilão já tem data marcada segundo deputado

      O governo do Paraná, comandado por Ratinho Jr., está prestes a dar mais um passo rumo à desestruturação do serviço público estadual. Segundo denúncia feita pelo deputado estadual Arilson Chiorato (PT), o leilão da Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná (Celepar) já tem data marcada: 13 de janeiro de 2026.

      A Celepar, responsável por operar sistemas estratégicos e sensíveis do Estado, está subordinada à Secretaria de Inovação, comandada pelo londrinense Alex Canziani. Ambos, governador e secretário, articulam a venda da empresa de forma silenciosa, sem diálogo com a sociedade, com os servidores ou com os órgãos de controle.

      O governo alega que não depende mais da Celepar. No entanto, documentos oficiais apresentados por Arilson Chiorato ao Supremo Tribunal Federal (STF) mostram o contrário. A criação da Superintendência-Geral de Governança de Serviços e Dados (SGSD), em 2024, consumiu R$ 41,5 milhões dos cofres públicos. Essa estrutura, que deveria substituir a Celepar, já admite não ter equipe técnica suficiente, nem estrutura adequada para operar os sistemas do Estado de forma autônoma.

      Chama atenção o contraste entre o valor investido na SGSD e o histórico recente de privatizações no Paraná. A Copel, por exemplo, foi vendida por pouco mais de R$ 3 bilhões, mesmo gerando cerca de R$ 1 bilhão de lucro por ano. Ou seja, em apenas três anos, o lucro da empresa pagou o valor da venda. Um negócio que, na prática, entrega patrimônio público estratégico a preço de banana.

      Mais grave ainda é o silêncio cúmplice de setores que deveriam fiscalizar esse processo. A imprensa, a base governista na Assembleia Legislativa, o Tribunal de Contas do Estado e o Ministério Público permanecem inertes diante de mais uma entrega do patrimônio público.

      A tentativa de privatizar a Celepar não é apenas uma decisão administrativa, é um ataque à soberania digital do Paraná, à segurança dos dados públicos e ao interesse coletivo. É preciso denunciar, resistir e exigir transparência.

      • Jordão Bruno

        ratinho Jr. é um testa de ferro dos interesses privados no governo do Paraná. ratinho Jr. já doou sua alma à Faria Lima em troca de apoio à sua candidatura a presidente do Brasil. É claro que está sendo cobrado a entregar o coração e o cérebro da estrutura estatal do Paraná, que é a Celepar, a grupo privado que usará esse conjunto de informações conforme seus interesses. E não é de se surpreender se por trás dessa privatização não estiver empresas norte-americanas.

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