O empresário que está sempre nas paradas

Alguém se lembra do empresário Michel Gelhorn? Fuçando pela internet e relembrando casos e causos, o leitor resgatou informações sobre este personagem que voltou ao noticiário com a delação premiada do doleiro Alberto Youssef.

Youssef disse ao Ministério Público Federal que deu R$ 1 milhão à campanha que elegeu Gleisi Hoffmann (PT-PR) ao Senado, em 2010.  Segundo o doleiro, o montante foi entregue em quatro parcelas, em espécie, ao dono do shopping Total de Curitiba, Michel Gelhorn. Conforme apurou a Folha de São Paulo, três das parcelas foram entregues no próprio shopping, de acordo com Youssef. O empresário é sócio do apresentador de TV Carlos Massa, o Ratinho, em outro shopping em Curitiba, o Boulevard.

Bom, em 2008 Gelhorn esteve em Londrina, durante o mandato do prefeito Nedson, para anunciar a vinda da empresa Dedic para a cidade que se instalaria num prédio do Grupo Massa. (leia mais aqui)

Quatro anos depois Gelhorn foi condenado, junto com outros empresários de Curitiba, pelos crimes de formação de quadrilha, sonegação fiscal e falsidade ideológica. Gelhorn  (leia mais aqui)

 

5 comentários em “O empresário que está sempre nas paradas

  • 15/11/2014, 19:51 em 19:51
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    Então o Yousseff diz que deu um milhão pra campanha da Gleisi. Mas ele não diz que entregou o dinheiro à candidata ou ao seu partido. Entregou ao empresário gente finíssima, Michel Gelhorn, condenado por formação de quadrilha e sonegação fiscal, sócio de Ratinho Massa, grande cabo eleitoral de Beto Richa. Tem muito coelho ainda pra sair desse matagal. Aliás, se a justiça pegar todos os empresários que praticam sonegação fiscal, vão ser fechadas muitas associações comerciais e empresariais!!!

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    • 17/11/2014, 12:15 em 12:15
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      Quem sabe poderemos ver desmascarados muitos pseudos moralistas que existem em todos os partidos sem nenhuma exceção. Realmente temos algumas pessoas que de repente começam a comprar tudo que lhe é oferecido , incluindo emissoras de tv , rádios , empresas de adoçantes , torrefadoras de café , muitas fazendas , etc… Quem sabe a casinha caiam , o que aliás seria muito bom para a Nação. Este processo não pode acabar pela metade , devem ir mais profundamente , incluindo ai algumas OSCIP , colégios etc…etc,

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  • 16/11/2014, 11:07 em 11:07
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    É para rir mesmo,o mais gozado que essas curvas de rio no final fica tudo mais que claro que o mundo é uma bola e que todos unidos ou dão o paraíso para alguém ou o jogam na fornalha do inferno.
    Mais engraçado é que esse povo vive bem,tem muito dinheiro e se associam a supostos honestos como a familia “RATO”que podem até serem uns idiotas mas de bobo eles não tem nada.
    Engraçado que as variantes das investigações passam raspando no palácio Iguaçu,e todo esse antro aqui dentro do Paraná,onde manda o psdb a decadas Curitiba e agora o Paraná e nosso governador que é amigo de todos esses corruptos é uma figura acima de qualquer suspeita em que eu acredito muito,pois quebrar o estado é um problema contábil,onde por causa das milhares de obras gastou-se todo dinheiro do orçamento.
    Mas os gelhon,Soifer e outros nomes pictoresco ligados a montanhas de dinheiro não prevaricaram com seu amigo governador,antes prefeito da capital.
    Tomavam uísque juntos,visitavam juntos o Armandinho da SAX em Ciudad de leste e nada de tocar em dinheiro sujo ou alguma comissãozinha de obras pedagiadas nas famosas PPPS.
    Então meu irmão eu sou daqueles que acreditam que nosso governador é um homem probo,como acredito que as comissões na Petrobras eram só 3% e como tambem acredito que o PEPE RICHA não mete a mão no jarro.Repararam que eu sou um sujeito muito otimista.

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  • 16/11/2014, 20:28 em 20:28
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    O cidadão pode saber de onde o dinheiro saiu. Difícil é saber onde o dinheiro foi parar: se com o PT, o PP, o PMDB, o PSDB, com algum empresário vigarista… Sem dinheiro das empreiteiras, não há eleições no Brasil hoje. TODOS os grandes partidos são financiados por empreiteiras, banqueiros e empresários ricos. Por isso na democracia brasileiro pobre não se elege a não ser que venda sua alma aos ricos que, aliás, preferem eleger seus pares. Por que o ministro tucano Gilmar Mendes não libera a votação da ação da OAB? Porque não interessa aos tucanos e a todos os candidatos que têm acesso às doações de empresas.

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