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quarta-feira, 28 de outubro de 2026
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Alcoolismo: Gilmar Mendes zoa com o GAECO do Paraná

Por Cláudio Osti

Do Analista dos Planaltos/Ze Beto

No julgamento encerrado ontem à noite no STF, que restabeleceu o preceito constitucional da presunção de inocência (ou que qualquer pessoa só poderá ser considerada culpada após sentença com trânsito em julgado), sobrou até para o Gaeco do Paraná. O ministro Gilmar Mendes lembrou do caso recente em que o ex-auditor da Receita Estadual Luiz Antônio de Souza, pivô da chamada Operação Publicano, foi preso com uma menor, num motel de Londrina, e teve essa parte da história “esquecida” pelos promotores que costuraram com ele um acordo de delação premiada sobre corrupção e propinas na atuação da Receita. O ministro questionava os limites e as concessões feitas por esses acordos. Depois, disse o ministro, o próprio chefe do Gaeco teria se envolvido num episódio de embriaguez ao volante. “Parece que o alcoolismo é um problema que acomete o Ministério Público”, emendou Mendes, arrancando gargalhadas do plenário do STF, obviamente usando como referência maior a fama do ex-PGR Rodrigo Janot.

Gostou? Mande para quem acompanha o assunto.

Cláudio Osti
Cláudio Osti

Jornalista e editor do Paçoca com Cebola. Cobre a política de Londrina e do Paraná.

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4 comentários

  • Jose de Almeida

    Ele fez este Mesmo comentário no Roda Viva. Se puder assista…

  • BENEDITO MACIEL DE GOES

    – Ninguém veio se defender das barbáries cometidas nas negociações dos casos sexuais e da operação publicano! Porquê será. Dr. Jorge Barreto vive propalando aos quatro cantos a existência de provas aos montes nos autos, porém, não tem a coragem de apontar uma sequer, sabem porquê, PORQUÊ NÃO EXISTEM, o que existem são falácias. Também, ninguém teve coragem de vir a público se defender dos comportamentos sobre o alcoolismo propalado pelo Ministro Gilmar Mendes e muito menos sobre um certo caso de atropelamento escondido há muitos anos. Vejamos as palavras do Ministro Toffoli com espanto de quem não acreditara no que estava a ouvir: MAS CASO RELACIONADOS A MENORES SÃO INEGOCIÁVEIS? – O que fez o GAECO/LONDRINA, negociou casos sexuais relativos a menores, negociando, ainda, interesses próprios em termo aditivo de colaboração premiada, ao ser acusado de FRAUDE PROCESSUAL, termo, este, inacreditavelmente, homologado pelo juízo da 3ª vara criminal de Londrina. Isto se encontra estampado nos autos da publicano e nos autos dos crimes sexuais relativos a menores. Justiça londrinense em foco no STF e de forma negativa.
    .

  • CARVALHO PINTO

    ai ninguem presta nen os julgado e seus jhulgadores, tudo ladrão do dinheiro publico nesta historia so tem um trouxa o povo…..temos que dar de pau nestes malandros….

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