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Editor:
Cláudio Osti

Enio Verri, presidente da Itaipu, disputará o Senado

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O jornalista Angelo Rigon, de Maringá, informa que no encontro regional realizado pelo Partido dos Trabalhadores hoje no distrito de Iguatemi a deputada federal licenciada e ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, anunciou os candidatos para 2026.

Ela sairá à reeleição, o vereador Mario Verri a deputado estadual e seu irmão, Enio Verri, diretor-geral brasileiro de Itaipu, será candidato ao Senado. Até agora falava-se que ele iria disputar o Palácio do Iguaçu.

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9 comentários

  • Qual é o Gabinete da Vereadora Daniele Janene?

  • Nexialista da Itaipu virá

    Olivan Tresse do PT já está a postos para trair o Enio Verri e apoiar a candidatura ao Senado de Filipe Barros do PL em Tamarana e Londrina?
    É o acordo para nomear seu filho como Diretor da Cohab pelo PT pelo José Tiago Amaral?
    É assim que ele fará o apoio:

    Lula a reeleição
    Requiãozinho a Governador pelo PDT
    Enio Verri Senador voto 1
    Filipe Barros Senador voto 2
    André Vargas deputado federal (se sair e o MP não impugnar pela falta de pagamento das multas e traindo a Gleisi Hoffmann e Lenir Assis)
    Mario Verri deputado estadual (traindo o Arilson Chioratto de ourizona e a Paula Vicente)

    Garante emprego para o filho na Itaipu pelo Carlos Carboni nos tais territórios de Itaipu
    Garante emprego para mais o outro filho na Cohab de Tiago Amaral
    Garante seu emprego no cargo de assessor do Elton Welter, deputado federal suplente de Toledo e que sairá menos traído pois já sabia dos acordos do Olivan.

  • Rubens Luiz caldarelli

    Trabalhei como assessor parlamentar e repórter, com o deputado Luiz Carlos ALBORGHETTI convivia diariamente com o Deputado Enio Verri, foi um parlamentar que deixou muitos amigos na assembleia legislativa por ser um deputado estadual que respeitava todas as ideologias dos deputados estaduais daquela época, é um nome forte para o Senado por ser um político humilde e trabalhador.

  • Antonio Xavier

    Eventos sobre inovação em governança têm se multiplicado pelo país, bancados por universidades, empresas públicas e entidades como o Senai.
    Eventos que custam caro, envolvem estruturas grandiosas e reúnem os mesmos nomes de sempre. Muitos deles ocupando cargos sustentados por recursos públicos, com salários elevados e discursos reciclados há anos. O conteúdo?
    Repleto de jargões vazios e promessas genéricas, sem qualquer compromisso com resultados concretos.
    O caso recente de Londrina é emblemático, mais um festival com painéis sobre cidades inteligentes, transformação digital e empreendedorismo social, mas sem qualquer entrega palpável à população. A inovação virou um espetáculo de marketing institucional, onde o que menos importa é transformar a realidade. Enquanto isso, os serviços públicos seguem ineficientes, a burocracia emperra e a desigualdade se aprofunda.

    É hora de parar de financiar esse teatro com dinheiro público. Se inovação em governança é prioridade, que se prove com projetos reais, metas mensuráveis e impacto direto na vida das pessoas.
    O resto é só repetição de um discurso que já nasceu velho e que só serve para manter os mesmos no palco.
    Passou da hora do MP investigar.

    • Nexialista do Igapó

      Acertou em cheio.
      Nenhum APP é criado.
      Nem joguinhos de aplicativo?
      Nada?
      Mas os mesmos se esmeram em falar de inovação como o Pai João da tecnologia do supermercado Tonhão.
      Korean Valley em ivaiporã.
      Taiwan Valley em Tamarana?
      Faltou South África Valley em Pitangueiras.

  • Cadê a Lenir Assis?

    André Ilário Vargas dançou com a Lenir Assis?
    Volta para o ostracismo a Paula Vicente, suplente que vira de novo assessora como a Daniele Janene da Michele Thomazinho.

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