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sexta-feira, 30 de outubro de 2026
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Federação Partidária de fachada

Por Cláudio Osti
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Federação Partidária de fachada

O curioso da política brasileira é que os políticos não querem que o sistema político mude. Se mudar muita gente – muitos políticos – perdem espaço, perdem poder e perdem dinheiro.

A Federação Partidária, criada para ser um meio termo entre as coligações e a obrigação dos partidos de terem carreira solo, nem foi testada ainda e já está fazendo água.

Apesar de termos no Brasil 32 partidos regularizados e disputando eleições, apenas sete deles toparam formar federações.

Foram aprovadas três federações: PSOL e Rede; outra formada por PT, PCdoB e PV e a entre

PSDB e Cidadania.

Mas, mais uma vez, foram decisões dos caciques nacionais. Como Brasil é muito grande e a maioria dos políticos segue o lema “farinha pouca meu pirão primeiro” em vários lugares percebe-se o racha.

No Paraná, por exemplo, PSDB e Cidadania devem seguir desunidos quando o assunto é candidato ao governo. O PSDB tem pré-candidato, César Silvestri, o Cidadania não tem. Mas este não quer apoiar o escolhido pelo primeiro. O próprio cacique-mor do Cidadania disse claramente ao blog que apoiará Ratinho Jr, adversário dos tucanos nesta eleição.

É o famoso: Cada Um Por Si Deus por Todos.

 

Gostou? Mande para quem acompanha o assunto.

Cláudio Osti
Cláudio Osti

Jornalista e editor do Paçoca com Cebola. Cobre a política de Londrina e do Paraná.

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