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Editor:
Cláudio Osti

Por que a esquerda não quer assinar a CPMI do Banco Master?

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  • Machado Silva

    Cá entre nós: há quantos deputados e senadores com real capacidade de investigar, com eficiência e sem discursos bombásticos mas vazios, crimes financeiros como os do Banco Master? Isso aí é para a Polícia Federal e o Ministério Público Federal. Com essa CPMI o que acontecerá é jogar dinheiro público fora. Deputados e senadores vão se valer o tempo todo e em tempo atrasado dos dados já investigados pela Polícia Federal. Exatamente como já está acontecendo com a CPMI dos descontos não autorizados dos aposentados e pensionistas do INSS.

  • Provavelmente eles estão tentando costurar um acordão antes de instaurar a CPI, como foi no caso do INSS. Só depois que eles conseguiram a presidência e a garantia de que não iam chamar o irmão do Lula que a CPMI foi instaurada e abafada até hoje.

    • Cadê o MP

      Governo Lula até o pescoço no caso do Master

      Lula (PT) e seu governo parecem enrolados até o pescoço no caso do Banco Master, cujo domo, Daniel Vorcaro, foi preso pela Polícia Federal na Operação Compliance Zero. Uma das revelações mais devastadores sobre esse escândalo, até agora, mostrou que o presidente da República e Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, reuniram-se com Vorcaro para tratar do Master. E que, no cargo, o ex-ministro da Justiça Ricardo Lewandowski ganhou R$5,25 milhões como consultor do Master.

      Lobby bem sucedido

      A reunião de Lula com Vorcaro ocorreu a pedido do ex-ministro petista Guido Mantega, contratado como “consultor” por R$1 milhão mensais.

      Tentativa de blindagem

      O vazamento da reunião, “controlado”, incluiu o detalhe de que Lula achou que o tema deveria ser tratado pela “área técnica” do governo.

      R$250 mil mensais

      Ricardo Lewandowski recebeu R$6,5 milhões em um contrato de serviço de “consultoria”, mediante pagamento de R$250 mil mensais.

      Contrato mantido

      Mesmo ministro, Lewandowski não cancelou o contrato do escritório de advocacia que mantém com os filhos, segundo a denúncia.

      Relação de Wagner e Vorcaro deve ser investigada

      Voltou a aparecer o nome do Líder do Governo Lula no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), no escândalo do Master, revelando sua ascendência sobre Daniel Vorcaro, controlador da instituição liquidada pelo Banco Central. Wagner já havia sido citado como o autor do pedido a Vorcaro, em nome do governo Lula, para contratar o ex-ministro Guido Mantega como “consultor”. O contrato teve o valor de R$1 milhão mensais.

      Por que tanto poder?

      As ordens de Jaques Wagner ao Banco Master intrigaram membros da CPMI do INSS, que querem investigar esse relacionamento.

      De pais para filho

      O Master também inaugurou sua carteira de consignados ao incorporar um órgão do governo baiano especializado em créditos a servidores.

      PT na origem de tudo

      A CPMI tem indícios de que participaram da “gentileza” ao Master o ex-governador da Bahia Rui Costa e seu antecessor Jaques Wagner.

      https://www.osul.com.br/governo-lula-ate-o-pescoco-no-caso-do-master/

    • Machado Silva

      Na presidência da CPMI do INSS está o senador Carlos Viana (Podemos), que faz parte da oposição ao governo no Senado. Para a relatoria, o presidente escolheu o deputado Alfredo Gaspar (União Brasil), oposicionista intransigente ao governo. Que acordo foi esse a que o senhor se refere em que a CPMI é controlada pela oposição ao governo? Com certeza o irmão do Lula não foi chamado porque não existe nenhum registro de que ele foi beneficiado pela roubalheira que se instalou no INSS, durante o governo Bolsonaro, e acabou no governo Lula. Simples assim.

  • Célio guergoletto

    Pt sempre encima do muro. Falou de transparência o pt corre

  • Cadê a Lenir Assis?

    Já a Lenir Assis não fala nada e não assina nada.
    O Renato Freitas detona

    https://www.instagram.com/reel/DTlMO8VjuDi/?igsh=MWpsajc1ZG1iZnVmag==

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