A Regional do Instituto de Pesos e Medidas do Paraná (IPEM-PR) em Maringá está conduzindo uma intensa operação de fiscalização nas bombas medidoras de combustíveis da cidade. A ação integra a rotina do Instituto, que atua por delegação do Inmetro com a missão de assegurar segurança, confiabilidade e justiça nas relações de consumo.
Até o momento, foram fiscalizados 82 postos de combustíveis, totalizando 1.292 bombas verificadas. Do total, 459 instrumentos foram reprovados, o que representa 35,53% das bombas analisadas. Dentre essas, 51 foram autuadas, correspondendo a 3,95% do universo fiscalizado.
O caso mais grave identificado revelou uma bomba que fornecia 3% a menos do volume registrado, ou seja, ao invés de 20 litros, eram entregues apenas 19,4 litros — uma diferença de 600 mL, quando o erro máximo permitido pela legislação é de 0,5% (ou 100 mL). Irregularidades como essa representam prejuízo direto ao consumidor e infringem as normas técnicas do Inmetro.
As penalidades aplicadas seguem o disposto no artigo 8º da Lei nº 9.933/99 e, após a devida homologação da autuação, podem resultar em multas que variam de R$ 100,00 a R$ 1.500.000,00, a depender da gravidade da infração, reincidência ou presença de fraude.
Em entrevista à RPC TV, durante a edição do Meio Dia Paraná – Maringá, exibida nesta quarta-feira (11), o gerente regional do IPEM-PR em Maringá, Michel Tavares, reforçou a importância do trabalho. “Nosso objetivo não é apenas fiscalizar, mas garantir que o consumidor receba exatamente aquilo pelo qual está pagando. A presença constante do IPEM-PR nas ruas é uma forma de assegurar relações de consumo mais justas e transparentes”, afirmou.
A operação segue até a próxima segunda-feira, 16 de junho de 2025, e deve abranger ainda outros municípios da região noroeste, que fazem parte da jurisdição da regional de Maringá — responsável por aproximadamente 5.500 instrumentos de medição em 109 municípios.
Dicas ao consumidor
- Durante o abastecimento, o IPEM-PR orienta que o consumidor:
- Verifique se a bomba está zerada antes do início;
- Acompanhe o abastecimento até o fim;
- Confira a quantidade e o valor no comprovante;
- Observe se a bomba possui o selo de verificação do Inmetro referente ao ano vigente;
- Solicite a medição com o “aferidor” se tiver dúvidas sobre o volume fornecido.















3 comentários
Luiz Flavio
E aqui na incrível Londrina, qtos postos já são administrados pela nova bandeira da criminalidade?
MP Urgente
MP Urgente!
Para informar
Estão aqui?
Alô Polícia Federal, alô PRF do agente que não leva boca suja Santão:
https://veja.abril.com.br/brasil/avanco-do-pcc-e-de-outras-faccoes-criminosas-alarma-setor-dos-combustiveis