
A Comissão Processante da Câmara Municipal de Curitiba se reúne hoje, dia 24 de junho, para decidir se o vereador Lórens Nogueira (PP) gravado recebendo parte dos salários de uma funcionária do gabinete parlamentar irá responder pelas acusação de rachadinha, casos semelhantes no passado foram amenizados e duas vereadoras acusadas do mesmo crime terminaram o mandato na casa de leis.
A rejeição das denúncias poderá contaminar os membros da casa legislativa e deixar uma dúvida na população se o ato não é generalizado, já que novamente apareceram acusações de ato ilícito.
O relator é o vereador Da Costa (Pode) e ser for coerente com o mandato, deverá emitir parecer pelo prosseguimento da denúncia formulada pela bancada do Novo, formada por Eder Borges, Guilherme Kilter, Indiara Barbosa, Amália Tortato e Bruno Secco.
Outra ação foi protocolada após a Operação Déjà-Vu, deflagrada pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), do MP-PR (Ministério Público do Paraná), pelo secretário estadual do Missão, William Rocha, também candidato a deputado estadual.
A defesa prévia de Lórens Nogueira pediu a rejeição da denúncia e o arquivamento do processo e disse que o vereador recebeu o pagamento de um empréstimo.















1 comentário
José Prestes
Pegou fogo no parquinho bolsonarista da câmara curitibana. O vereador bolsonarista foi denunciado pela bancada do partido Novo, que é o partido do Deltan Dallagnol, que se juntou ao Sérgio Moro, que é do partido do Bolsonaro, para abraçar a campanha do maior rachadinha do Brasil, o senador Flávio Bolsonaro.