Carta Manifesto do Forúm Independente de cultura e Arte por uma Nova Cultura Londrina

Caro prefeito de Londrina, Marcelo Belinati Martinas, o Movimento Nova Cultura Londrina – Atraves do Forum Indepentente de Cultura e Arte – F.I.C.A , de caráter espontâneo e que inclui membros os quais ativamente participaram da sua campanha política, traz ao conhecimento de Vossa Excelência uma pauta de reivindicações sobre ocupação e formação cultural popular a serem praticados no âmbito do centro, bairros periféricos e distritos. Também viemos esclarecer o posicionamento do movimento diante de qualquer forma de discriminação contra grupos e pessoas, onde entendemos que se deve respeitar a pluralidade de indivíduos, opiniões, traços étnicos, habilidades, capacidades, crenças e situação sócio econômica.        O Forúm Independente de cultura e Arte atraves – F.I.C.A do Movimento Nova Cultura Londrina é formado por várias entidades e pessoas que manifestam publicamente seu apoio a iniciativas culturais de cunho e alcance popular que fortaleçam setores desfavorecidos. Tais entidades atuam intrinsecamente no município a favor de um bem estar comum. Repudiamos veementemente tentativas de desqualificar nossas ações e trabalhamos a fim de possibilitar a efetiva participação popular na criação de políticas públicas culturais.

O F.I.C.A  atraves do Movimento Nova Cultura Londrina também busca servir de instrumento para garantir a participação popular, o controle social e a gestão democrática, envolvendo o planejamento e acompanhamento da execução das políticas públicas culturais. Desejamos a possibilidade concreta de nos manifestar contra arbitrariedades e abusos cometidos por grupos políticos e culturais, estes últimos, que detêm o poder de indicar quem ou não será contemplado em financiamento de programas de incentivo cultural, muitas vezes contaminadas por interesses.

Entre as propostas do F.I.C.A e do Movimento Nova Cultura Londrina, estão:

Manutenção do Aldo Moraes como Secretário de Cultural Municipal;

Desfile das escolas de samba;

Fortalecimento do Movimento Hip Hop;

Criação e manutenção das Vilas Culturais nas periferias;

Compromisso político com os voluntários que atuaram na campanha política do Prefeito Marcelo Belinati;

Apoio ao Reativar o Fórum Independente de Cultura e Arte – F.I.C.A  com a participação das comunidades, Secretários Municipais e comunidade;

Melhor distribuição dos recursos do Promic através da mudança do modelo de financiamento e representação na comissão de análise de projetos;

Lutar pela Escola de Circo, que há 13 anos se mantêm com parcos recursos e dar continuidade aos trabalhos. A ela também reivindicamos um espaço físico definitivo;

Financiamento para executar projetos educacionais e populares;

Criar e manter festivais diversificados de hip hop, circo, capoeira e demais representações populares e artísticas;

apoio do promic a Associação Integração Socio cultural de Londrina e ao projeto “na trilha dos sonhos”;

Linha de projetos no PROMIC para financiar projetos de dança, com recursos pré determinados para desenvolver espaços no intuito de apresentar espetáculos e festivais;

Espaço para feiras culturais como Bienal do Livro, artesanato e demais ações com o intuito de desburocratizar a cultura popular.

Londrina, 9 de janeiro de 2017

carta Manifesto do F.I.C.A – Forum Independente de cultura e Arte por Uma Nova Cultura Londrina

29 comentários em “Carta Manifesto do Forúm Independente de cultura e Arte por uma Nova Cultura Londrina

  • 09/01/2017, 09:39 em 09:39
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    Quando estamos doentes, todos os sentimentos bons se tornam saudáveis. Somos analfabetos na saúde, na doença somos sábios. Não há riqueza igual á saúde do corpo,nem prazer que se compare às alegrias da alma. Pessoal do FICA, acho que ainda não entenderam que o país passa por grave crise e necessitamos estabelecer prioridades. Saúde é uma delas. A Cultura, Carnaval, Circo… FICA pra depois. Bom senso vale a todos.

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  • 09/01/2017, 10:27 em 10:27
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    Parem de se fazer de bobos, o cara foi condenado a devolver meio milhão de reais por falha na prestação de contas e NEM SE DEFENDEU no processo!
    Competência ele tem sim…mas ta condenado.
    Vamos colocar um condenado por nao prestar contas corretamente em leis de incentivo pra cuidar da cultura da cidade toda e 4 milhões de promic?
    Tenham dó vai… Colocar a raposa pra cuidar do galinheiro.. Um alcoólatra pra cuidar de um bar …
    O Aldo é gente boa…mas errou ao nao se defender, ao nao expor isso quando foi sondado pelo prefeito, ao se fazer de coitado qnd isso veio a publico, e principalmente, o Aldo errou muito em usar a comunidade cultural de Londrina para defende-lo usando um discurso vitimista insinuando inclusive questões raciais para justificar seu afastamento.
    A cultura de Londrina precisa de respeito e nunca vamos consegui-lo com esse vitimismo todo, alegando perseguição e racismo pra mascarar nossos próprios erros.

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  • 09/01/2017, 10:32 em 10:32
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    Em Lóndrina tinha uma Banda de Música fundada em 1948, foi extinta por contenção de despesa. Como nenhum destes cidadão tiravam proveito nada fizeram.

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  • 09/01/2017, 11:10 em 11:10
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    Quando o MP voltar das férias precisa fazer um pente fino nos últimos 10 anos do PROMIC.

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  • 09/01/2017, 11:55 em 11:55
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    larga mão so defedem quem pode abrir as portas para facilidades….chamem o Stanley ele pega o cargo com as duas mãos.

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  • 09/01/2017, 12:42 em 12:42
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    Quando os artistas que militam no ambiente artístico exigem a manutenção de órgãos públicos como o MinC e as tais “políticas públicas” para a cultura, eles estão falando também que querem verbas públicas crescentes para o setor. São tais verbas que mantêm a própria militância viva e atuante. Quanto mais verbas são distribuídas, mais soldados somam-se ao exército de artistas que pedirão mais verbas, indefinidamente.

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  • 09/01/2017, 12:45 em 12:45
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    A Lei Rouanet é uma famigerada lei criada em 1991 que tem por fim instituir políticas públicas para fomentar a cultura nacional. Em tese, viria a proteger e valoriza as expressões culturais da nação. O destaque da lei é possibilitar que empresas(6%) e cidadãos(4%) apliquem parte do seu imposto de renda em ações culturais. Só em 2008, esse repasse a cultura somou 1 bilhão de reais. Os incentivos da União (governo) à cultura somam 310 milhões de reais: R$30 milhões para a Funarte e R$280 milhões para a Lei Rouanet (porcentagem investida diretamente pela União), enquanto o incentivo fiscal deixa de adicionar aos cofres da união cerca de R$ 1 bilhão por ano.

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  • 09/01/2017, 12:47 em 12:47
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    Sabemos que não é incentivando a cultura que vamos nos desenvolver. O que temos que incentivar é a educação, criando mecanismos para que empresários possam descontar seus impostos incentivando a melhoria das escolas, treinamento de profissionais, compra de equipamentos, etc. Quantas escolas não poderíamos construir com bilhões de reais que foram destinados à cultura.

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    • 13/01/2017, 16:26 em 16:26
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      Esse é o típico pensamento de quem acredita que a Cultura se resume em evento artístico. Não é só isso não! Cultura vem antes da Educação! Cultura é a manifestação de um povo. Cultura é respeito à diversidade. Educação é formação. Ambas se complementam.

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  • 09/01/2017, 12:47 em 12:47
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    Incentivar a cultura parece um sonho ululante de querer fazer do Brasil uma caricatura da França. A realidade é que a cultura só precisa de incentivo porque não existe demanda para ela no Brasil. Qualquer um sabe que o brasileiro comum não está nem ai para a arte produzida no Brasil. Em outros países, a cultura anda com as próprias pernas 1- porque tem qualidade e 2- porque há procura.

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    • 13/01/2017, 16:35 em 16:35
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      Não existe é ESPAÇO para a cultura você quis dizer né?! O brasileiro presta atenção na televisão. É ela que dita a cultura por aqui, a gente querendo ou não.

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  • 09/01/2017, 12:48 em 12:48
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    Essa lei é tão infame que através dela empresários podem criar empresas que captam verba pública com a finalidade de destinarem à cultura, depois desviando a verba.

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  • 09/01/2017, 12:48 em 12:48
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    Ao invés do Estado investir onde os recursos serão implantados, oferece às empresas a decisão de optar por qual forma de cultura deve ser patrocinada. Logo, essa lei permite que essas empresas possam desviar esses recursos.

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  • 09/01/2017, 12:49 em 12:49
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    Num país onde tudo é considerado cultura, empresas podem muito bem investirem na propaganda de suas próprias marcas e depois pedirem isenção de incentivo à cultura.

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  • 09/01/2017, 12:49 em 12:49
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    O que é a cultura nacional? Toda a cultura feita no Brasil? Então um alemão que vive no Brasil fazendo arte pode receber incentivos à cultura brasileira? E um brasileiro que faz arte na Alemanha pode receber incentivos à cultura brasileira? A falta de uma definição clara sobre o que de fato seja cultura nacional acaba por tornar essa lei muito estranha.

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  • 09/01/2017, 12:51 em 12:51
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    Todo dia a Lei Rouanet cria financiamento para filmes e documentários, muitos deles assistidos por 4 mil pessoas quando muito. Logo, o Estado faz com que nós, brasileiros, paguemos duas vezes para assistir um filme nacional – uma com o ingresso e outra nos impostos isentados.

    Por que motivo o Estado deve financiar filmes que não tem bilheteria? Ao financiar tais filmes, estamos financiando o fracasso.

    Se o Estado incentiva artistas malsucedidos, por que não incentivar médicos, pedreiros, advogados e as demais classes de malsucedidos? Por que o privilégio para os artistas?

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  • 09/01/2017, 12:51 em 12:51
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    Artistas que lotam espetáculos em peças de teatro pedem incentivo aos seus projetos, mesmo tendo reconhecimento e procura do público. Por que motivo o Estado deve dar isenção fiscal para empresas financiarem espetáculos de sucesso? Será que um espetáculo de sucesso não é suficiente atrativo para a iniciativa privada financiá-lo mesmo sem isenção fiscal?

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  • 09/01/2017, 12:52 em 12:52
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    E o lucro de tais espetáculos, peças e filmes feitos com verba de incentivo à cultura? Acaba que é destinada para o bolso dos artistas e dos organizadores. Logo, o custo da cultura é socializado com verba que deveria ser pública, mas o lucro da cultura vai direto para a iniciativa privada. Essa é uma equação em que o brasileiro nunca sairá com uma soma.

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  • 09/01/2017, 12:53 em 12:53
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    Alguém já se perguntou por que artistas são majoritariamente esquerdistas no Brasil? É porque eles recebem esses recursos da cultura e é do interesse econômico deles que essa mamata nunca acabe. É obvio que esses artistas sempre vão apoiar os políticos que “incentivam a cultura”, pois assim os artistas apenas defendem o incentivo que cai no bolso deles.

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  • 09/01/2017, 13:54 em 13:54
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    Essa galera de direita, reacionários que escreveram aqui dizendo desconhecer a importância da cultura, não entenderam nada!
    Não se trata de dinheiro, senão o PCC , ADA, FN, CV entre outros seriam as maiores fontes financiadora das artes e cultura da periferia.
    Se trata de criar um ambiente favorável para que todas as artes e expressões culturais possam vir a auxiliar nos diferentes processos de educação do ser humano, uma prova disso é exatamente o pocisionamento dessa galera que não entendeu o rolê.
    Acorda Marcelo Belinati tão tramando com vc igual tramaro c Aldo.

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  • 09/01/2017, 16:01 em 16:01
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    Kkkkkkkkkkkkkk olha a militância ai geeeente.
    Mimimi direita
    Mimimi reacionários
    Mimimi tramando contra o Aldo.

    Entendam: O Aldo foi processado e condenado. Ele nem ao menos tentou se defender, deve MEIO MILHÃO ao POVO londrinense.
    Uma pessoa com essa pendencia jamais deveria ser cogitada pra nenhuma secretaria.
    Vcs que o defendem com tanta veemência estão ignorando isso pensando unicamente na vantagem que podem obter com ele. Eu nao tenho condenado de estimação

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  • 09/01/2017, 21:03 em 21:03
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    Um grupinho de irresponsáveis querendo impor ao Prefeito uma indicação absurda. Inês morta pra esse rapaz que não tem zelo pelo dinheiro público e quer ser Secretário. Chega disso.

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  • 09/01/2017, 22:23 em 22:23
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    A cultura como politica pública é uma ferramenta extremamente eficaz no combate as desigualdades sociais, politicas e econômicas, o processo de empoderamento popular e comunitário é fundamental para transformações realmente estruturais na comunidade, pra quem acha cultura é apenas manifestações artísticas realmente não compreende a natureza do desenvolvimento e da construção de uma sociedade cada vez mais instruída. Cada centavo investido em cultura sobre tudo nas comunidades em desvantagem no mercado econômico economiza dez no combate a criminalidade, a drogadição, prostituição, a violência. A cultura é um dos poucos instrumentos capazes de promover a reversão de comportamentos Machistas, Homofóbicos, misogênos, racistas e intolerantes é capaz de promover a cultura de paz, a saúde, a educação e cidadania no seio da comunidade. E como produtor cultural, me sinto extremamente ofendido por vários comentários onde meu nome é citado de forma depreciativa já que o Projeto Cultural na qual eu participo existe desde 2009 na zona sul de Londrina e nunca recebeu um centavo de recursos públicos de nenhuma esfera de governo seja ela municipal, estadual e federal. São mais de 100 atendimentos de meninas através da Dança(ballet) e 80 meninos através do futebol de salão. Todos os envolvidos como educadores, professores e membros da comunidade são totalmente voluntários. Desde 2014 apresentamos projeto nos editais do Promic para podermos ampliar o número de atendimentos de crianças. Nossos projetos foram sistematicamente inabilitados. Não sou anônimo sobrevivo do meu trabalho não dependo de dinheiro público. O único questionamento que tenho a respeito do Promic que dos quase 4,5 milhões de reais muito pouco é investido na periferia, ou seja, como POLITICA PÚBLICA deveria dar prioridade para quem realmente precisa, pra quem não pode pagar para ter acesso aos bens Culturais, mas falo a verdade não me escondo atrás de perfis anonimos.

    Stanley Kennedy Garcia
    Produtor Cultural

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  • 09/01/2017, 23:39 em 23:39
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    O pior de tudo é que muitas vezes sinto vergonha e ser londrinense. Cidade de reacionários e coxinhas… O povinho sonso viu…O londrinsense gosta de reclamar, dar palpites e se meter em tudo mas sem antes pesquisar. Cada dia mais vejo que somos pobres, não financeiramente, mas em relação a cultura e educação, algo que falta muito ao noso povo…Parece até que torcem para tudo dar errado…Queira ou não, o londrinense não passa de um grande hipócrita…Alguém ao menos sabe o conteúdo do processo do nosso amigo Aldo Moraes? Acredito que não….Pessoal, pesquisem antes…Enfim, para lhes poupar, está aqui o conteúdo do processo…

    Em meio a tanta polêmica quanto à situação do músico Aldo Moraes, o Operário das Letras (meu blog) questionou o que realmente aconteceu. Segundo o mesmo, em 1999 foi sugerido o Projeto Caminhando/Batuque na caixa (Projeto 128-98), realizado em 1999 e cujo valor captado (Via IPT e ISS através da Lei Municipal de Incentivo a Cultura) foi de R$ 37.750,50. O questionamento é porque os professores ficavam o dia todo na unidade das oficinas de música. Aldo Morais nos respondeu que a proposta era atender 100 alunos gratuitamente, mas foram atendidos 250, superando a meta. Por se tratar de uma proposta sócio-cultural, as lojas onde eles adquiriram os instrumentos musicais deram descontos e devido à inclusão de mais alunos ele foi questionado perante a justiça.

    Outro projeto foi o Batuque na caixa 2000 (Projeto 137-2.000), realizado em 2000 e cujo valor aprovado para captação (Via IPT e ISS através da Lei Municipal de Incentivo a Cultura) foi de R$ 49.940,00 e cujo valor captado de fato foi de R$ 47.442,07. Neste projeto se questiona porque o diploma de captação saiu com nome pessoa física e o projeto foi inscrito como pessoa jurídica. Isso é fato alheio a qualquer participante do projeto, pois foi erro administrativo interno da Prefeitura.

    Questiona-se também o depósito de R$ 30,00 feito em 04 de fevereiro de 2000 para cobrir momentâneo o saldo negativo da conta especifica do projeto. O saldo negativo se deu em virtude da cobrança de CPMF, debitado diretamente da conta. Quanto ao clip, CD e documentário Arte Brasilis (Projeto 140-99), realizado em 2000 e cujo valor aprovado para captação (Via IPT e ISS através da Lei Municipal de Incentivo a Cultura) foi de R$ 35.400,00 e cujo valor captado de fato foi de R$ 10.868,08. Nesse caso, se questiona porque o projeto só realizou o CD musical. A resposta é simples: do valor total programado, só captamos 30% e optamos pelo CD, pois não teria nexo fazer o clip ou documentário que teriam custo semelhante e importância menor aos objetivos do projeto.

    O valor total dos projetos realizados é de R$ 96.060,65 cujos recursos foram integralmente aplicados nas atividades e atendeu 250 alunos em 1999 e 727 alunos em 2000.

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  • 10/01/2017, 07:58 em 07:58
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    Stanley, acho que tá usando o PROMIC errado. Acho que deveria procurar a Fundação de Esportes. Bem mais fácil aprovar. Nos procure.

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  • 10/01/2017, 11:40 em 11:40
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    C.O.N.D.E.N.A.D.O

    Fim

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  • 10/01/2017, 11:43 em 11:43
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    Saudades do Bernardo e do Luciano!!!

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    • 13/01/2017, 16:41 em 16:41
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      Concordo, mas só do Ber! #prontofalei

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