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segunda-feira, 2 de novembro de 2026
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Considerando …..

Por Cláudio Osti
1 comentário

Por Mário César Carvalho

Considerando a limitação de presença dos fiéis a 30% da capacidade do espaço físico em cada templo;
Considerando que crianças, idosos, gestantes e pessoas portadoras de “várias” doenças pré existentes não poderão participar dos serviços;
Considerando que as músicas só podem ser executadas por meios eletrônicos;
Considerando que objetos não podem ser trocados entre os fiéis, “nem mesmo entre os que compõem uma mesma família”;

Conclui-se que:
a) Na maior parte das Igrejas, que são as pequenas, os serviços acontecerão somente com a presença de um celebrante. Quando muito, com mais uns três fiéis assistindo.
b) Que as liturgias, mesmo aquelas praticadas há séculos, terão agora nova dinâmica determinada pelo Poder Público;
c) Que “pessoas de uma mesma família” podem ir e voltar juntas, no mesmo veículo, para a cerimônia, mas lá dentro não podem dividir objetos;
d) Que a execução de músicas ao vivo é um risco de contágio, ainda que executada apenas por uma pessoa e um instrumento.

“E La nave va”. Afinal, na “busca por salvar vidas”, seguimos viajando por uma estrada muito estranha que ora abre e ora fecha, na qual os viadutos têm curvas bem no meio de seus trajetos.

Mário César Carvalho é advogado em Londrina

Gostou? Mande para quem acompanha o assunto.

Cláudio Osti
Cláudio Osti

Jornalista e editor do Paçoca com Cebola. Cobre a política de Londrina e do Paraná.

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1 comentário

  • Absurdo, q pessoas despreparadas sem um mínimo de conhecimento, acreditam serem os senhores da nossa sociedade, tornando-se verdadeiros semideuses ditadores, impondo a população as mazelas da sua prepotência!

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