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Cláudio Osti

Boletim da dengue aponta 1.324 notificações e 37 casos confirmados em Londrina

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do N.Com

A Secretaria Municipal de Saúde (SME) divulgou, nesta quinta-feira (5), o boletim epidemiológico atualizado com informações sobre a dengue em Londrina. Desde a primeira semana de janeiro de 2026, a cidade acumula 1.324 notificações por suspeita de dengue, das quais 657 já foram descartadas e 630 estão com análise em andamento. Com taxa de positividade em 2,8% dentre o total de notificações, foram confirmados 37 casos de dengue.

Não houve casos de óbitos provocados por dengue, até o momento. Quanto à chikungunya, que assim como a dengue é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, foi registrada uma notificação, que segue em andamento, sem casos confirmados ou descartados.

De acordo com o gerente de Vigilância Ambiental da SMS, Nino Ribas, a taxa de positividade segue baixa no município, porém os cuidados para prevenção devem ser contínuos. “Reforçamos para que a população elimine diariamente possíveis criadouros do Aedes aegypti, realizando o descarte correto de recipientes que possam acumular água, como pneus, garrafas, latas, baldes, pratos de plantas e demais objetos expostos”, citou.

Ação na zona oeste – Para conter a proliferação do mosquito transmissor e, consequentemente, evitar novos casos de dengue, a Prefeitura de Londrina realiza, nesta sexta-feira (6) e sábado (7), novo Dia D de Combate à Dengue. As equipes da Coordenação de Endemias estarão na região oeste da cidade, mais exatamente em trechos da Vila Industrial e do Jardim Pinheiros, áreas em que foi identificado um aumento das notificações.

Os agentes da SMS devem percorrer, na Vila Industrial, trechos das ruas Albert Einstein, Johann Gutemberg, Alessandro Volta e Blaise Pascal. No Jardim Pinheiros, a vistoria abrange os quarteirões entre as ruas João Borges e Denis Papin (ruas Waldomiro Fernandes, Sebastião de Castro, Graciano Benini, Diorge Palomares Rufino, Antônio Faria Filho, Jácomo Picinin, Edson Sales Dutra, Lauro Alves do Nascimento, Fábio Paludeto, José Vizentin e Emílio Vizentin), e as quadras entre as ruas Ana Porcina de Almeida e João Sanches Castro (ruas Francisco Alves Sobrinho, Emílio Vizentin, João Vicente Martins e Acilino Augusto do Nascimento).

Na sexta-feira (6), os agentes iniciam a visita aos domicílios às 8h, com entrega dos sacos para armazenar os itens que podem acumular água e serão descartados pelos moradores. A comunidade também será orientada sobre os cuidados de prevenção à dengue, sintomas e sinais de alerta.

Finalizando a ação, no sábado (7) os caminhões da Secretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento (SMAA) e da Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) irão até essas mesmas ruas e quadras para recolher os materiais descartados. Em caso de chuva, a programação do Dia D poderá sofrer alterações.

“Além do Dia D, que temos executado semanalmente, os agentes prosseguem com as atividades de rotina, como vistorias de imóveis e limpeza de terrenos baldios, aplicação de inseticidas com UBV pesado e costal, monitoramento com armadilhas ovitrampas, assim como a inspeção de imóveis fechados e de difícil acesso, entre outras”, elencou Ribas.

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2 comentários

  • Cadê o MP

    Em 24 anos s CCR RODONORTE corrompeu todo mundo.e não terminou a duplicação da BR entre Ponta Grossa e Apucarana.
    Não fez a obra e ganhou a leniência para concorrer nos aeroportos do Paraná e ganhou de Moro/Deltan e Ratinho o direito de ganhar o mesmo trecho que corrompa todo mundo.
    Ainda hão recuperaram a estrada e cobram pedágio.
    Muito netos terminam a duplicação que deveriam fazer em 24 anos e já estamos no 1⁰ ano dos 30 anos de contrato da CCR.

    Enquanto a EPR Litoral anuncia a triplicação de Curitiba a Paranaguá.

    https://especiais.tribunapr.com.br/viva-o-verao/triplicacao-da-br-277-mais-fluidez-e-seguranca-entre-curitiba-e-o-litoral-do-parana/

  • Deve ser o aspone do coroné pastor?

    Detalhe – a prefeitura está com problemas de pessoal na Vigilância Sanitária Municipal.
    Simplesmente não sabem a quem recorrer.
    Talvez a Lula.
    O que está acontecendo?

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