Ministros são exonerados para retornar à Câmara e ao Senado e votar nos candidatos do presidente

13 ministros do governo Lula (PT) se licenciaram temporariamente do cargo para participar das eleições para o comando da Câmara e do Senado, que acontecem nesta quarta-feira (1º).

Os nomes foram publicados na edição de hoje do DOU (Diário Oficial da União). O governo apoia as reeleições do presidente da Câmara, Arthur Lira, (PP-AL) e do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

Na Câmara, a tendência é que Lira seja reeleito com facilidade. No Senado, porém, Rogério Marinho (PL-RN), ex-ministro de Jair Bolsonaro, ganhou força nas últimas semanas e ameaça a reeleição de Pacheco.

Antes da votação, os ministros de Lula assumem formalmente seus mandatos no Legislativo. A Constituição estabelece que o deputado ou senador que assume o cargo de ministro não perde a função parlamentar, mas deve se licenciar.

Veja quais ministros foram temporariamente exonerados para tomar posse e votar nas eleições no Congresso:

No Senado:

  • Camilo Santana (Educação)
  • Flávio Dino (Justiça e Segurança Pública)
  • Renan Filho (Transportes)
  • Wellington Dias (Desenvolvimento Social)
  • Carlos Fávaro (Agricultura)

Na Câmara:

  • Alexandre Padilha (Relações Institucionais)
  • Paulo Pimenta (Secom)
  • Juscelino Filho (Comunicações)
  • Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar)
  • Marina Silva (Meio Ambiente)
  • Sonia Guajajara (Povos Indígenas)
  • Luiz Marinho (Trabalho e Emprego)
  • Daniela Carneiro (Turismo)

Carlos Fávaro, eleito na legislatura passada, se licenciou para votar na eleição do Senado. Em seguida, ele se afasta da função parlamentar e dá lugar à suplente Margareth Buzetti.

Após as eleições no Congresso, os ministros de Lula devem pedir licença da função de parlamentar para o novo presidente da Casa.

 

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