O Conselho Municipal de Transparência e Controle Social de Londrina protocolou uma denúncia na Câmara de Vereadores pedindo a abertura de uma Comissão Especial de Inquérito para apurar uma divergência grave nas contas da prefeitura de Londrina.
A divergência de dados entre a contabilidade da prefeitura e o sistema de arrecadação é de aproximadamente R$ 95 milhões.
O caso está sendo investigado pelo Conselho há mais de três meses. A denúncia também foi protocolada no Ministério Público e deve ser analisada pelos promotores Leandro Antunes e Jorge Barreto, titulares do GAECO.
O Conselho também fez a denúncia à Divisão de Combate à Corrupção da Polícia Civil e ao Tribunal de Contas que já teria aberto um procedimento para analisar o caso.
Segundo o presidente do Conselho, Auber Pereira, o caso é muito grave e ele tem recebido denúncias também de ameaças a servidores e assédio.
“O que percebemos é que é um caso Password 2”, disse Auber Pereira. Para quem não se lembra da Password, veja aqui
Amanhã representantes do Conselho de Transparência e Controle Social tem uma reunião com os vereadores para discutir a possibilidade de abertura de uma Comissão Especial de Inquerito.
Veja abaixo a denúncia protocolada na Câmara Municipal.















6 comentários
Jorge Luiz
Rádio Peão comentando que deu for de barriga em muita gente no Prédio da PML e adjacências.
Roberto
Agora fiscalizar é crime?
Revoltado.
Vc leitor tenha a seguinte convicção: Esta acusação é um tremendo besteirol. Espero que o blog e estes senhores (as) envolvidos tbm façam a devida publicidade quando a Prefeitura mostrar a já verdade objetiva, inequívoca e transparente.
Gláucia
Se for constituir uma CPI, que exclua aqueles vereadores mui amigo do Prefeito.
De preferência que não seja do PP.
Que se apure os fatos.
Nem co
Fazer esta acusação é a maior besteira que existe. Lembrando que denunciação caluniosa é crime.
Luiz Flávio
Você pode enganar uma pessoa por muito tempo; algumas por algum tempo; mas não consegue enganar todas por todo o tempo. Nota: Adaptação da frase do protestante francês Jacques Abbadie. Essa adaptação é atribuída a Abraham Lincoln.