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Editor:
Cláudio Osti

O crime compensa, e compensa muito: Delator vai ficar com R$ 10 milhões para ‘recomeçar’ vida

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O delator da Operação Publicano, Luiz Antônio de Souza, em breve, vai sair da Penitenciária Estadual de Londrina (PEL) e poderá ficar em prisão domiciliar. Ele usará tornozeleira eletrônica até 2021, e depois de 2020 a 2030 vai cumprir pena em regime aberto. Ele é acusado por crimes sexuais e corrupção. Para reduzir a pena, Souza devolveu duas fazendas avaliadas em R$ 20 milhões e entregou 59 ex-colegas de trabalho, o que ajudou o Ministério Público a autuar empresas envolvidas em R$ 120 milhões  pela Receita Estadual. Mesmo devolvendo duas fazendas, Souza ainda vai poder contar com um patrimônio de R$ 10 milhões.

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6 comentários

  • Sócios do MP

    Quanto o advogado que tramou a entrega de todo mundo como delator vai ficar destes 10 milhões que o Ministério Público vai deixar de processar como ‘ativos’ da corrupção, para o rapaz que deleitava de menores de idade, (re)começar a vida.
    Vai ter fila de sócios do MP.

  • Para que servem as instituições?

    Delação. INVESTIGAÇÃO EM QUE O ALCAGUETE ENTREGA A TRAMÓIA.

    Delação premiada. INVESTIGAÇÃO EM QUE O ALCAGUETE ENTREGA A TRAMÓIA E FICA COM ALGUM DA PRÓPRIA TRAMÓIA.

    investigação – capacidade das autoridades em descobrir e coibir e punir o crime.

    sem investigação – dia a dia dos brasileiros.

    Incompetência – por sinal parece que está em todo lugar.

  • Infelizmente o crime compensa, pelo menos para esse cidadão. Acusado de pedofilia, o advogado Marcos Colli pegou prisão perpétua ou 224 anos de prisão. Como é que ficou a exploração sexual de menor cometido por esse auditor. Vai cair no esquecimento? Qual é a lógica da justiça?

  • Paulo Roberto Boccati

    Deveria ser confiscado todo o patrimônio deste cidadão

  • Na verdade mesmo, não é só os 10 milhões visíveis, e aquele montante que não foi localizado pelas investigações, que está em nome de laranjas não identificados,que irão se somar com o tempo a aposentadoria do delator.

  • Jean-Paul Charles Aymard Sartre

    Não há necessidade de grelhas, o inferno são os outros

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