Quem disse que sobrenome político recupera o melhor do caudilho anterior? A história comprova. O pai José Richa como governador de oposição fez uma reunião em 1983, em plena ditadura militar, na cidade de Foz do Iguaçu, com todos os eleitos do PMDB e Leonel Brizola do PDT, como governador do Rio de Janeiro. Estavam lá Tancredo Neves, Franco Montoro entre os outros eleitos. Definiram a linha de atuação com o presidente e general João Figueiredo. E em 1984 lançaram a campanha pelas Diretas Já para Presidente, que redundou na eleição de Tancredo Neves pelo Colégio Eleitoral em 1985.
E agora? 32 anos depois, Beto Richa instigado a opinar sobre o impeachment de Dilma Roussef, absteve-se vergonhosamente.
Quer ainda faturar algum no governo federal falido?
Zé Richa, fundador do PSDB e ex presidente não merecia isso.
Não exerce a liderança política o herdeiro da família Richa.
Um tucano vesgo copiando o amigo leitãozinho vesgo de Maringá, que quer sempre se dar bem sempre?
Veja – http://angelorigon.com.br/2015/12/07/tucanos-diferentes/
Richa, bem diferente do pai
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Cláudio Osti
Jornalista e editor do Paçoca com Cebola. Cobre a política de Londrina e do Paraná.
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