Pois é, se a conversa se confirmar Sérgio Moro, definitivamente, poderá ser chamado de político comum. É bem provável que ele aceite ingressar no União Brasil – fusão dos partidos DEM e PSL. Lembrando que não faz três meses que ele se filiou ao Podemos.
Ocorre que o Podemos quer uma aliança com o União Brasil para a disputa da presidência. Só que o União Brasil aceita desde que Moro se filia a sigla para que o partido tenha a cabeça de chapa.
“Cabe ao Moro responder, sem se preocupar conosco. Você tem de se identificar com o partido, é uma opção pessoal. Nós não devemos influir. Qualquer opinião nossa fica fora do que é correto”, afirmou Alvaro Dias ao colunista Guilherme Amado, do Metropoles.





3 comentários
Chamar Moro de “político comum” ainda será um elogio. Como juiz esteve muito abaixo daquele que podemos chamar de “juiz comum”. Resta saber quanto Moro vai “doar” ao Big Boss do União Brasil para entrar no partido, que deve estar de olho nos R$ 30 milhões que o juiz parcial pode ter recebido em um ano de “trabalho” nos Estados Unidos. Sabendo que o União Brasil tem R$ 1 bilhão de fundo partidário, pode ser que o negócio seja ótimo para as partes…
Quando se tem um eleitorado ruim, não se tem candidato de qualidade, candidato confiável, candidato respeitável.
Moro não é respeitável, não é confiável, não tem qualidade.
Nem Moro, nem Dallagnol.
Só o fato de atropelarem o rito processual, se exonerarem da carreira de juiz e procurador, o Moro falir empresas brasileiras, e depois se tornar advogado na empresa de recuperação econômica dessas mesmas empresas nos EUA, enchendo as burras de dólares, nem deveria se candidatar se tivesse brio.
A política é rentável.
Estranho… Então o Moro pode ter recebido R$ 30 milhões da Alvarez & Marsal?!? O UOL afirma que a Alvarez & Marsal recebeu das empresas enroladas na Lava Jato (levadas à lona pela dupla Moro & Dallagnol) a quantia de R$ 65 milhões.
Isso que é rachadinha!