Abre em uma nova aba
sábado, 31 de outubro de 2026
Publicidade

Mário Takahashi explica o porquê do conceito aleatório da esfera continuada

Por Cláudio Osti
Comente

Das curiosidades da política.

Ontem a Câmara de Londrina rejeitou o projeto de lei proposto pelo vereador Wilson Bitencourt (PSL) que permitia a certificação de obras por arquitetos e técnicos. Apoiado pelo Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura e outros órgãos relacionados, que argumentam que a lei daria agilidade aos processos na prefeitura, desafogando o trabalho e facilitando a vida de quem faz obras na cidade, seis vereadores votaram contra: Roberto Fú (PDT), Jamil Janene (PP), Gustavo Richa (PHS), Gaúcho Tamarrado (PDT), Emanoel Gomes (PRB) e Mário Takahashi (PV).

Só para lembrar, o grupo contrário ao projeto perdeu a eleição para a escolha do novo presidente da Câmara e acusa Bitencourt de ter virado a casaca, votando no adversário.

O grupo nega, mas ficou claro que a derrubada do projeto de lei é reflexo ainda da mágoa contra Bitencourt.

Ao ser entrevistado pelo intrépido repórter Carlos Oliveira, da Rádio Paiquerê AM, Takahashi, não com estas palavras, mas provocou uma tergiversação brutal para explicar que o projeto é ótimo mas que, veja bem, entretanto, para melhor mudar a figura da questão solitária no processo inventivo das obras em objeto que não são artísticas e que podem influenciar o rumo das pombas que defecam no centro da cidade, é melhor reestudar o projeto.

 

Gostou? Mande para quem acompanha o assunto.

Cláudio Osti
Cláudio Osti

Jornalista e editor do Paçoca com Cebola. Cobre a política de Londrina e do Paraná.

Sobre o editor
Toda semana · E-mail

O resumo da semana no seu e-mail

As notícias de Londrina e do Paraná que importam, com o comentário do Cláudio. Uma vez por semana, grátis.

Todo dia · WhatsApp

As notícias do dia no grupo do WhatsApp

Os links das matérias chegam no seu celular assim que saem no site.

Publicidade

Leia também

Deixe seu comentário