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domingo, 1 de novembro de 2026
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PSDB assume que errou

Por Cláudio Osti
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do Fábio Campana

A propaganda do PSDB que foi ao ar ontem à noite causou um rebuliço no tucanato. A peça diz que o partido errou ao deixar de lado suas origens e ter cedido ao fisiologismo, ao atual modelo de governo como ‘presidencialismo de cooptação’, que, em outras palavras, é o apoio ao governo em troca de cargos.
O tom foi crítico, durante a propaganda e depois, pelos correligionários.
Tasso Jereissati, que ocupa a cadeira de presidente do partido e tomou a decisão pelo tom da publicidade, disparou contra as críticas que ouviu: “Eu não me arrependo de nada. Tenho responsabilidade total pelo programa. Sou presidente interino. Enquanto eu for presidente interino eu dou orientação”. Tasso defende que o PSDB entregue os ministérios que ocupa.
Três ministros tucanos divulgaram nota ontem mesmo criticando o programa.
Antonio Imbassahy, da Secretaria de Governo, disse que o programa deixa a sigla em uma posição “extremamente ruim e desconfortável” e que adotou “atitudes autoritárias e desagregadoras” ao escolher a narrativa do vídeo.
Já o chanceler Aloysio Nunes disse que o programa é uma “crítica vulgar”.
O ministro das Cidades, Bruno Araújo, seguiu a mesma linha, ao afirmar que a peça é “injusta” com a “história do partido”, que teria optado por um caminho de “recuperação do país”.

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Cláudio Osti
Cláudio Osti

Jornalista e editor do Paçoca com Cebola. Cobre a política de Londrina e do Paraná.

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