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Cláudio Osti

Rede de Cursinhos Populares quer ampliar atuação no Brasil

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Rede de Cursinhos Populares quer ampliar atuação no BrasilA deputada federal Lenir de Assis (PT/PR) participou ontem, em Brasília, do Primeiro Encontro Nacional da Rede de Cursinhos Populares (CPOP), uma iniciativa do Ministério da Educação (MEC) crucial para a inserção e permanência de jovens nas universidades.

A parlamentar destacou a importância de levar o debate e a estrutura desses cursinhos para o seu estado. “Vamis iniciar um diálogo no Paraná para concretizar o objetivo de levar a preparação oferecida pelos cursinhos populares a mais jovens paranaenses.”

Lenir de Assis reafirmou que a articulação da Rede CPOP, em conjunto com programas como as bolsas de estudo do PIBid e o Pé-de-Meia, é a materialização do “compromisso do presidente Lula com a educação pública de qualidade e inclusiva. Os cursinhos populares como política educacional de estado vão mudar ainda mais a inserção da juventude. Esse é nosso compromisso tbm”.

A deputada acredita que a institucionalização e o fortalecimento dessas iniciativas são essenciais para a equidade educacional, servindo como ferramentas poderosas para democratizar o ingresso nas instituições de ensino.

Rede CPOP

A Rede de Cursinhos Populares (CPO) é um programa articulado pelo Ministério da Educação (MEC) com o objetivo de oferecer preparação gratuita e de qualidade para o acesso de jovens de baixa renda às universidades públicas e privadas.

O Primeiro Encontro Nacional da Rede CPOP, realizado em Brasília, serviu para discutir estratégias de expansão e consolidação desses cursinhos como uma política permanente de inclusão e apoio à permanência estudantil no ensino superior.

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  • Cadê o Claudio Esteves?

    ALÔ DIREITOS HUMANOS.

    Há 3 famílias de sem terra expurgadas por conta da perseguição política e religiosa do comando dos ex sem terra do MST no Acampamento ELI VIVE.
    O que ocorre – o PT não os quer lá.
    O MST não os quer lá.
    O MP de Suzana Lacerda não sabe se os quer lá.
    Portanto são execrados pela Esquerda, Esquerdalha, Centro, Direita e Direitosa.
    Que crime eles fizeram?
    Acreditaram nos idiotas e imbecis do MST que invadiram a terra do José Janene e que ele era sócio do PT ali perto da Pedreira Guaravera.
    PT de Merd…
    PT de E$quem…
    PT e MST do jogo de empurra e engana.
    Que vergonha esse MPF e MPE.

    LONDRINA PREMIA OS VAGABUNDOS

  • Emílio Inácio

    Essa é realmente uma ação de grande relevância que merece ter o apoio total de quem realmente se interessa pela democratização do ensino brasileiro.

  • Celepar é nossa

    DENÚNCIA: Ratinho Jr. e Alex Canziani querem vender a Celepar e o leilão já tem data marcada

    O governo do Paraná, comandado por Ratinho Jr., está prestes a dar mais um passo rumo à desestruturação do serviço público estadual. Segundo denúncia feita pelo deputado estadual Arilson Chiorato (PT), o leilão da Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná (Celepar) já tem data marcada: 13 de janeiro de 2026.

    A Celepar, responsável por operar sistemas estratégicos e sensíveis do Estado, está subordinada à Secretaria de Inovação, comandada pelo londrinense Alex Canziani. Ambos, governador e secretário, articulam a venda da empresa de forma silenciosa, sem diálogo com a sociedade, com os servidores ou com os órgãos de controle.

    O governo alega que não depende mais da Celepar. No entanto, documentos oficiais apresentados por Arilson Chiorato ao Supremo Tribunal Federal (STF) mostram o contrário. A criação da Superintendência-Geral de Governança de Serviços e Dados (SGSD), em 2024, consumiu R$ 41,5 milhões dos cofres públicos. Essa estrutura, que deveria substituir a Celepar, já admite não ter equipe técnica suficiente, nem estrutura adequada para operar os sistemas do Estado de forma autônoma.

    Chama atenção o contraste entre o valor investido na SGSD e o histórico recente de privatizações no Paraná. A Copel, por exemplo, foi vendida por pouco mais de R$ 3 bilhões, mesmo gerando cerca de R$ 1 bilhão de lucro por ano. Ou seja, em apenas três anos, o lucro da empresa pagou o valor da venda. Um negócio que, na prática, entrega patrimônio público estratégico a preço de banana.

    Mais grave ainda é o silêncio cúmplice de setores que deveriam fiscalizar esse processo. A imprensa, a base governista na Assembleia Legislativa, o Tribunal de Contas do Estado e o Ministério Público permanecem inertes diante de mais uma entrega do patrimônio público.

    A tentativa de privatizar a Celepar não é apenas uma decisão administrativa, é um ataque à soberania digital do Paraná, à segurança dos dados públicos e ao interesse coletivo. É preciso denunciar, resistir e exigir transparência.

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