Rafael Machado/Folha de Londrina
A promotora Sandra Koch instaurou um inquérito civil para apurar possíveis irregularidades em um contrato emergencial firmado entre a CMTU (Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização) e a TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina) no final de janeiro, período que venceu a licitação do serviço. O vínculo é válido por seis meses – termina em julho – e também foi assinado com a Londrisul, responsável pelas linhas das zonas sul e rural da cidade.
Atualmente, a TCGL coordena 85% dos itinerários de ônibus. O Ministério Público também quer mais informações sobre a suspensão da concorrência pública pelo Tribunal de Contas (TCE-PR) no começo do ano. O procedimento investigatório é válido por um ano e pode ser prorrogado pela mesma data. A FOLHA tentou entrevista com a promotora, mas foi informada que ela estava em uma reunião. Segundo a assessoria, ninguém ainda foi ouvido.
Paralelamente à apuração do MP, o presidente da CMTU, Marcelo Cortez, ordenou a elaboração de um novo processo que atenda as exigências do TCE. A decisão é de 30 de abril, mas saiu no Jornal Oficial do Município na última sexta-feira (3). Na mesma publicação, ele determinou a revogação da atual licitação. (leia mais)





2 comentários
MP deveria fazer mesmo com contrato da Sanepar. Um absurdo esse aumento.
Bah, se quisessem saber mesmo a CEI do transporte coletivo entregou tudo de mão beijada. o MP nem deu atenção…