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sexta-feira, 30 de outubro de 2026
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Nenhuma empresa de fora se interessa pelo mercado de transporte coletivo de Londrina?

Por Cláudio Osti
2 comentários

Destas coisas que o blogueiro nunca vai entender – ou entende até demais.

Londrina é uma cidade de 560 mil habitantes, quarta cidade em população no sul do País, 38ª do Brasil. E mesmo assim apenas uma, isso mesmo, uma empresa concorre na licitação para o transporte coletivo da cidade?

O serviço não seria atrativo? Ou o motivo seria outro?

O que se percebe ao longo dos anos é que raramente uma empresa que atua numa cidade participa de um processo de licitação em outra cidade. Dá-se a entender que as maiores cidades brasileiras se comportam como nichos, territórios, uma não invade o território da outra.

Vejamos, as duas empresas que operam o serviço em Londrina nasceram com a cidade. A Grande Londrina, que nasceu Viação Urbana Londrinense, foi fundada em 1958.  A Viação Francovig, hoje Londrisul, foi fundada em 1946.

Além destas duas, nunca outra empresa fez o transporte coletivo urbano na cidade.

Nunca ninguém de fora se interessou por este mercado?

Gostou? Mande para quem acompanha o assunto.

Cláudio Osti
Cláudio Osti

Jornalista e editor do Paçoca com Cebola. Cobre a política de Londrina e do Paraná.

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2 comentários

  • BENEDITO MACIEL DE GOES

    – São reflexos de ações atabalhoadas de algumas autoridades em relação à Prefeitura Municipal de Londrina. Não se precisa de muito esforço para saber quem são estas autoridades. Espanta qualquer empresário de juízo, e não é só neste ramo não. As cidades circunvizinhas é que agradecem tal comportamento.

  • Fabio Theophilo

    Isso se chama cartel.
    Wikipedia – Cartel é um acordo explícito ou implícito entre empresas concorrentes para, principalmente, fixação de preços ou cotas de produção, divisão de clientes e de mercados de atuação[1] ou, por meio da ação coordenada entre os participantes, eliminar a concorrência e aumentar os preços dos produtos, obtendo maiores lucros, em prejuízo do bem-estar do consumidor.
    A TCGL não entra na área da Londrisul e vice-versa. A CMTU, como sempre, complacente. Tem coisa errada aí, claro senhores(as). Onde está o MP, o MPF para enquadrar essa gente toda? Vamos assistir calados o grande acordão, a farsa da licitação direcionada e o teatro armado? Há uma clara divisão do mercado. Ninguém de fora vai gastar dinheiro para concorrer a algo que já está previamente acertado e todo mundo sabe quem vai ganhar. Acontece no Brasil inteiro e o povo feito de palhaço. Por que a CMTU dividiu em dois lotes? Para manter os mesmos? Porque não 3, 4, 5 lotes, ou apenas 1? Isso é uma vergonha, um absurdo o que estão fazendo. Um escândalo e um escárnio.

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