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quarta-feira, 4 de novembro de 2026
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Novo ministro do STF analisa ação contra suspensão de atividades religiosas

Por Cláudio Osti
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Novo ministro do STF analisa ação contra suspensão de atividades religiosas
Ministro Nunes Marques durante sessão solene de posse no STF. Foto-Felipe Sampaio

O ministro Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), pediu informações aos prefeitos de cinco municípios e governadores de dois estados sobre decretos que suspenderam de forma irrestrita as atividades religiosas como medida de enfrentamento à covid-19. Novo ministro do STF analisa ação contra suspensão de atividades religiosasNovo ministro do STF analisa ação contra suspensão de atividades religiosas

Os pedidos se devem em função de uma ação protocolada pela Associação Nacional de Juristas Evangélicos (Anajure) . Após receber as manifestações dos governos locais, da Advocacia-Geral da União (AGU) e da Procuradoria-Geral da República (PGR), o ministro deve decidir a questão.

Na ação, a Anajure sustenta que decretos estaduais e municipais impuseram regras genéricas e desproporcionais que causaram a proibição de qualquer manifestação, inclusive de atividades que não geram aglomeração de pessoas. Dessa forma, serviços de capelania e ações de serviço social teriam sido afetados pelas medidas, ferindo o direito fundamental à liberdade religiosa.

O despacho de Nunes Marques foi proferido na última quarta-feira (10) e divulgado hoje. Não há prazo para decisão do ministro.

Da Agência Brasil

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Cláudio Osti
Cláudio Osti

Jornalista e editor do Paçoca com Cebola. Cobre a política de Londrina e do Paraná.

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3 comentários

  • Eu moro em frente a uma igreja evangélica, católica e mórmon, e há culto, claro que sob controle. Estão realizando culto várias vezes.
    Na igreja católica não está tendo missa.
    Por que não assistir à missa ou ao culto pela televisão, rádio ou redes sociais? O momento exige essa conduta. É passageira.
    As pessoas provam total despreparo emocional em períodos como esse.
    Essa é a oportunidade para praticarmos a paciência, para quem não tem.
    A mãe do Pe. Marcelo aos domingos é linda.

  • Décio Paulino

    Duvido que o ministro nomeado pelo presidente do “não adianta ficar em casa chorando (os 236 mil brasileiros mortos), vamos trabalhar” não vai aceitar o preito dos empresários de igreja, digo, dirigentes evangélicos. Desconfio que no mundo inteiro não há nenhum país onde o coronavírus tenha tantos aliados como no Brasil. Em Londrina, chegou-se ao absurdo de um parlamentar e empresário do ramo de academias de luta propor, e seus companheiros da Câmara aprovarem, uma lei que vai garantir o funcionamento – e o seu lucro, obviamente – de seu próprio negócio durante a pandemia. Conclusão: neste país bolsonarista, danem-se a vida e a saúde, salvem-se o lucro, a economia e a morte.

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