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domingo, 8 de novembro de 2026
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Hospital da Zona Oeste, necas. Hospital para pets, talvez

Por Cláudio Osti
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Hospital da Zona Oeste, necas. Hospital para pets, talvez
Daniele Ziober e Flávia Cabral – reprodução do facebbok

Alguém aí lembra do hospital da Zona Oeste de Londrina? Foi promessa de campanha, em várias campanhas para prefeito. A Pontifícia Universidade Católica de Londrina, que havia recebido um baita e valorizado terreno doado pela própria prefeitura no governo Nedson, devolveu parte dele em 2016 para a construção do tal hospital.

Cinco anos depois, um único tijolo ainda não foi assentado.

Mas, em contrapartida, a cidade poderá ter um hospital para pets – pequenos animais. A iniciativa é das vereadoras Daniele Ziober e Flávia Cabral. Ambas protocolaram um projeto de lei que autoriza a prefeitura a construir um hospital para os bicinhos.

É bom lembrar que vereadores não podem criar qualquer lei que dê despesas ao município. Por isso o projeto é autorizativo. Tipo assim: Prefeito se você quiser, faça que a gente vai ficar feliz. Mas só se o senhor quiser.

Gostou? Mande para quem acompanha o assunto.

Cláudio Osti
Cláudio Osti

Jornalista e editor do Paçoca com Cebola. Cobre a política de Londrina e do Paraná.

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3 comentários

  • Reflexo de uma cidade onde se vê mais pessoas passeando com seus cães do que com crianças.

  • Uma coisa nao elimina a outra…
    Londrina carece d um centro d zoonozes e hospital pet

  • Esse montante virá do Fundo Municipal de Proteção aos Animais – Lei 12.695 de 19 de abril de 2018, sancionada pelo Prefeito Marcelo Belinati?
    Imagino que, logo haverá lobby contra a instalação de um hospital público municipal exclusivamente para os bichanos, porque irá quebrar as lojas de pets que oferece médico veterinário e clínicas veterinárias. Nem o Hospital Veterinário da UEL é gratuito.
    Quando se elabora um projeto, é preciso pensar em suas consequências para a economia, porque fazer projeto com o chapéu do contribuinte é fácil demais.
    O Estado não produz riqueza. Arrecada e administra o que arrecadou. A tríade educação, saúde e segurança pública possui lacunas ainda pendentes.
    Precisa se fazer campanha para a posse responsável do pet, afinal, o abandono é crime.
    A educação formal enfrenta esse dilema, foi abarcando outras demandas, e sua principal finalidade, que é a transmissão de conhecimento científico ficou em segundo lugar.

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