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domingo, 1 de novembro de 2026
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Fadiga Material

Por Cláudio Osti
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Por Heraldo Palmeira

Edson Fachin recomendou à PF realizar uma prisão discreta e sem algemas para Joesley e Saud. O ex-procurador Miller, por ora, está livre da cadeia.

Gostaria de saber por que nossas inselênças togadas, especialmente as dos tribunais “superiores”, têm tanta dificuldade de tratar bandidos como simples bandidos. Que estranha “alergia” é essa a algemas? Por que evitar que esses fulanos sejam mostrados entrando em cana? Que respeito humano merecem esses patifes, que dedicaram vidas inteiras a roubar descaradamente o país e a prejudicar principalmente as pessoas mais necessitadas?

O mínimo que a população roubada, excluída, sacrificada, tripudiada, enganada merece é ver esses vagabundos algemados sendo enfiados na parte traseira de camburões. Exatamente como acontece com qualquer bandido. Exatamente para que essas imagens sejam eternas, enfeitem campanhas eleitorais futuras, mostrem quem esses ordinários realmente são.

Por que a televisão mostra Geddel chorando diante de policiais? Nós choramos antes pelos 34 anos de banditismo dele (carreira de crimes iniciada em 1983, no primeiro cargo público que ocupou), pelos R$ 51 milhões enfiados em malas – e ninguém duvida que isso é apenas parte do butim.

Uso esse exemplo apenas porque é o mais recente. Afinal, Zé Dirceu está solto (pelo Supremo, com voto decisivo de Gilmar Mendes) e cagando goma, como se tivesse moral para chamar alguém de traidor! Afinal, Dilma Rousseff passou anos berrando que era honesta, viajando pelo mundo com despesas nababescas às nossas custas, até finalmente terminar denunciada no processo do Quadrilhão petista e em outros que coroam sua vida medíocre e desonesta.

O patife-mor, Lula da Silva, levou – SÓ DA ODEBRECHT, NO FINAL DO MANDATO, PARA GARANTIR O “FUTURO” – R$ 300 milhões!!! Como bem disse Antonio Palocci, um inquestionável grão-patife petista, um “pacto de sangue”. Obviamente firmado à custa do sangue de muitos brasileiros indefesos, mortos em hospitais moribundos e em ruas infestadas de marginais incontroláveis. Ou vítimas da ignorância endêmica ensinada em escolas de mentira dominadas de ideologia vulgar.

Sarney, Aécio, Renan, Jucá, Collor, Lobão, Jáder, Serra, Cunha, Cabral e que tais passaram a vida posando de bacanas e enchendo as burras com dinheiro sem origem. Michel Temer apodreceu debaixo de denúncias e segue no palácio, cercado de outra parte irremediável da escória, como se não houvesse amanhã!

Depois dessas “amenidades” recorrentes e irritantes escritas em sentenças como essa do Fachin, dos “efeitos laxantes” do Gilmar, ninguém tem o direito de se queixar das teorias de rabinhos presos que começam a ganhar força pelo país. Na verdade, ninguém aguenta mais a forma de agir e a impunidade desses vagabundos da política e suas quadrilhas altamente especializadas. Ninguém aguenta mais esses juízes de tribunais superiores, que são pagos para defender os interesses do país e cada vez mais é o que menos fazem, é bom lembrar.

Está dando fadiga de material. Estamos (a parte que presta do Brasil, que é felizmente a grande maioria) cansados de conviver e sustentar essa corja sem limites. Precisamos punir TODOS e recomeçar a vida. Chega dessa gente ordinária – os bandidos e os que, cúmplices, ainda os defendem! Não precisamos e nem merecemos isso.

Gostou? Mande para quem acompanha o assunto.

Cláudio Osti
Cláudio Osti

Jornalista e editor do Paçoca com Cebola. Cobre a política de Londrina e do Paraná.

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